SER UM VIGILANTE PRESTATIVO OU PREVENTIVO ?

Além da matéria publicada pelo Capitão Rodrigo Victor da Paixão sobre a Profissionalização da Segurança Privada eu ASP PAULO MELLO tenho sempre comentado aos profissionais de segurança privada que temos que ter uma postura de vigilante executando com segurança e dignidade as nossas atribuições, não fazendo serviços alheios a nossa função, eu não sei qual a visão de alguns profissionais de fazer serviço alheios a sua função bem como do empregador e contratante de aceitar, porque às vezes me pergunto se o contratante quer um vigilante patrimonial ou um vigilante prestativo o famoso Bombril mil e mil utilidades, ou até mesmo o conhecido Zeferino quebra-galho. Por este motivo exercendo a função há tanto tempo na vigilância tomei a liberdade de citar alguns exemplos de tarefas executadas por vigilantes em seu local de trabalho ou relatadas por esses, que fizeram não sei se por obrigação ou pra se demonstrar prestativo e manter-se empregado, cito aqui algumas das tarefas absurdas sendo executadas por esses profissionais, como o recolhimento de garrafas térmicas em departamentos administrativos, ligar máquina cafeteira ao amanhecer, lavar calçadas, ligar luzes em determinados departamentos, varrer o local próximo a portaria e recepção, roçar terreno, alimentar cães e cavalos, colocar lixo externo,balenceiro,conferente e dentre outras que se for relatar aqui faltaria espaço. Ao questionar estes profissionais o porquê de executar estas tarefas, o mesmo alega que este tipo de tarefa não irá afetar o andamento seu trabalho e que se fazendo algo no seu turno de serviço o horário passa mais rápido. O que este profissional não entende que ser prestativo com afazeres alheios a sua função além de estar fora de sua postura e disciplina profissional não tem conhecimento que este tipo de favor ou prestação pode se tornar mais tarde uma obrigação, e são nestas horas que vem o desentendimento por parte dos efetivos e equipe do posto de trabalho, porque se um faz porque o outro não faz ,agora te pergunto qual desses profissionais é que está correto, o que exerce suas atividades com postura ostensiva e preventiva, ou o outro com postura prestativa e atenciosa, vale lembrar que no CF – Curso de Formação o vigilante não aprende funções alheias a segurança.( Ver abaixo a portaria 387/2006)
Nas agências bancárias além de ser proibido o vigilante fazer atribuições alheias a sua função a empresa é  punível de multa pela DPF – Departamento da Polícia Federal ( ver abaixo a lei 387/206), mas ainda existe alguns casos raros e escondidos de vigilantes que molham plantas, troca galão de água e fazem alguns serviços fora de suas atribuições.
Na maioria das vezes estes profissionais com quem trabalhei ou tive contato sempre argumentava que se ele não fizer outro faz, mas eu sempre orientava que se possível explique ao contratante o (cliente) que aquele serviço o qual ele sendo solicitado a fazer não é de suas atribuições, ou melhor, deixe claro ao ciente que ao executar tal tarefa você estará pondo não só em risco à sua segurança como de terceiros e do próprio patrimônio, pois se houver uma ocorrência você não terá reação à devida ação pois distraído com funções alheias a  sua o seu campo de visão de atitude se torna inútil.
Veja abaixo o que diz a portaria sobre as atribuições de um profissional de segurança, e a grade do curso de formação de vigilantes com suas disciplinas, nota-se abaixo que qualquer tarefa alheia  a sua função é multa para sua empresa  e também no futuro uma ação trabalhista contra a mesma  e o contratante, é o que chamamos  na ação trabalhista de o famoso acumulo de funções, então se você tiver que fazer algo que não seja da sua função você escolhe se faz ou não, mas não esqueça que está em suas mãos a dignidade de sua função de segurança perante toda a sociedade, pois se te chamarem de “guardinha ou vigia” não se sinta ofendido porque na verdade a opinião das pessoas e sociedade  sobre os profissionais que atuam nesta área são de pessoas prestativas, sem condições estudo, sem orientação e sem opção de trabalho, e para que essa opinião mude na sociedade precisamos mostrar que estamos ali para fazer diferença e não a indiferença, Somos profissionais da segurança privada com curso e aperfeiçoamento profissional, como se vê em todas as profissões, se você não for bom no que faz, pode ter certeza que você é um péssimo profissional e é assim que você será visto.
Eu acredito que para que tudo comece ocorrer com avanços  e sucessos  à valorização dos profissionais de segurança privada devem ficar ciente que somos registrados como uma profissão regulamentada e reconhecida em DRT – Delegacia Regional do Trabalho e fiscalizado pela DPF – Departamento da Polícia Federal e que estamos apto a prestar um serviço de vigilância e não de serviços gerais, vamos ver abaixo o que diz a portaria 387/2006DG/DPF sobre os deveres do vigilante , pena de multa para atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores em estabelecimento financeiro, o perfil do vigilante com suas atribuições e a visão da Polícia Federal em aprimorar o profissional de segurança, só falta agora o vigilante demonstrar ao contratante que a sua presença preventiva é importante e não prestativa que agrada as pessoas, use o bom senso mais cuidado.
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL
PORTARIA No. 387/2006 – DG/DPF

Deveres
Art. 118. São deveres dos vigilantes:
I – exercer as suas atividades com urbanidade, probidade e denodo;
IV – manter-se adstrito ao local sob vigilância, observando-se as peculiaridades das
atividades de transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal;Pena de Multa
Art. 131. É punível com a pena de multa, de 1.000 (mil) a 10.000 (dez mil) UFIR, o
estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas:
IV – permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte
de valores, conforme o caso.

(vigência a partir de 02.01.07, conforme Despacho nº 6047/06-DG/DPF)
CFV – CURSO DE FORMAÇÃO DE VIGILANTE

PROGRAMA DE CURSO
1. PERFIL DO VIGILANTE
a) PREVENTIVO/OSTENSIVO – atributo de o vigilante ser visível ao público em geral, a fim de evitar a ação de delinqüentes, manter a integridade patrimonial e dar segurança às pessoas.
b) PROATIVIDADE – ação de antever e se antecipar ao evento danoso, com o fim de evitá-lo ou de minimizar seus efeitos e, principalmente, visar à adoção de providências para auxiliar os agentes de segurança pública, como na coleta das primeiras informações e evidências da ocorrência, de preservação dos vestígios e isolamento do local do crime.
c) RELAÇÕES PÚBLICAS – qualidade de interação com o público, urbanidade, sociabilidade e transmissão de confiança, priorizando o atendimento adequado às pessoas com deficiência.
d) VIGILÂNCIA – atributo de movimento, dinamismo e alerta, contrapondo-se ao conceito estático.
e) DIREITOS HUMANOS – respeito à dignidade da pessoa humana, compromisso que o Brasil assumiu perante a comunidade internacional e princípio constitucional de prevalência dos direitos humanos.
f) TÉCNICO-PROFISSIONAL – capacidade de empregar todas as técnicas, doutrinas e ensinamentos adequados para a consecução de sua missão.
g) ADESTRAMENTO – atributo relacionado à desenvoltura corporal, com aprimoramento físico, domínio de defesa pessoal e capacitação para o uso proporcional da força através do emprego de tecnologias não-letais e do uso da arma de fogo, como último recurso de defesa própria ou de terceiros.
h) HIGIDEZ FÍSICA E MENTAL – certeza de não ser possuidor de patologia física ou mental.
i) PSICOLÓGICO – perfil psicológico adequado ao desempenho do serviço de vigilante.
j) ESCOLARIDADE – 4ª série (exigência legal).
2. OBJETIVOS
2.1 Gerais
Dotar o aluno de conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes que o capacitem para o exercício da profissão de vigilante, em complemento à segurança pública, incluídas as atividades relativas à vigilância patrimonial, à segurança física de estabelecimentos financeiros e outros, preparo para dar atendimento e segurança às pessoas e manutenção da integridade
do patrimônio que guarda, bem como adestramento para o uso de armamento não-letal, armamento convencional e o emprego de defesa pessoal.
Elevar o nível do segmento da segurança privada a partir do ensino de seus vigilantes.
2.2 Específicos
Ao final do curso, o aluno deverá adquirir conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes para:
a) compreender o ser humano como titular de direitos fundamentais;
b) desenvolver hábitos de sociabilidade no trabalho e no convívio social;
c) executar uma vigilância dinâmica e alerta, interagindo com o público em geral;
d) prevenir ocorrências inerentes às suas atribuições, dentro da área física a ele delimitada, a fim de manter a integridade patrimonial e de dar segurança às pessoas;
e) antecipar-se ao evento danoso, a fim de impedir sua ocorrência ou de minimizar seus efeitos, principalmente, adotar as providências de auxílio aos agentes de segurança pública, como a coleta das primeiras informações e evidências da ocorrência, preservação dos vestígios
e provas do crime e isolamento do local;
f) operar com técnica e segurança equipamentos de comunicação, alarmes e outras tecnologias de vigilância patrimonial;
g) manusear e empregar, com segurança, armamento não-letal e armamento letal convencional na atividade de vigilante, de forma escalonada e proporcional, como instrumentos de defesa própria ou de terceiros;
h) defender-se com o uso de técnicas adequadas;
i) manter-se saudável e em forma física;
j) identificar condutas ilícitas descritas na legislação penal;
k) identificar o conceito, a legislação e as atribuições das empresas de segurança privada;
l) aplicar conhecimentos de primeiros socorros;
m) proteger o meio ambiente;
n) adotar medidas iniciais de prevenção e de combate a incêndios;
o) tomar as primeiras providências em caso de crise;
p) executar outras tarefas que lhe forem atribuídas, notadamente pela criação de divisões especializadas pela sua empresa, para permitir um crescimento sustentado em todas as áreas de segurança privada.
Exposição de Motivos dos Currículos dos Cursos para os Profissionais da Segurança Privada
1. No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis conseqüências – ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social.
2. O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros,
“exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por “iniciativa privada”.
3. No âmbito do Departamento de Polícia Federal a missão da Coordenação-Geral de Segurança Privada é de regular, controlar e fiscalizar o segmento da segurança privada em todo o País, em conjunto com as Delegacias Especializadas de Segurança Privada – DELESP,
junto às Superintendências Regionais, e as Comissões de Vistoria, junto às Delegacias Descentralizadas.
4. A missão da Polícia Federal será cada vez mais efetiva na proporção do crescimento do setor da segurança privada em nível nacional. Certamente, a elevação do setor inicia pela boa formação de seus quadros, o vigilante: é através da educação e treinamento que formamos profissionais-cidadãos, capacitando-os para atender a sociedade.
5. Esses fundamentos nos levaram a modificar o quadro de cursos, extensões e reciclagens e os respectivos Planos de Curso e Programas de Matérias, visando adequar o perfil do vigilante com a exigência do mercado e a evolução da sociedade brasileira. Para tanto, instituímos, no art. 110 da presente Portaria, os seguintes cursos, detalhados em oito anexos, a saber:
• I – Curso de Formação de Vigilante;
• II – Reciclagem do Curso de Formação de Vigilante;
• III – Curso de Extensão em Transporte de Valores;
• IV – Reciclagem da Extensão em Transporte de Valores;
• V – Curso de Extensão em Escolta Armada;
• VI – Reciclagem da Extensão em Escolta Armada;
• VII – Curso de Extensão em Segurança Pessoal Privada;
• VIII – Reciclagem da Extensão em segurança Pessoal privada
Nota-se acima que nas disciplinas do CF – curso de formação e extensão o profissional NÃO se aprende especializações em culinária,pintura,ajudante de serivços gerais,manobrista, servente, copeiro e muitos outras funções alheias. Então se analisarmos devemos ser um Vigilante Preventivo e não Vigilante Prestativo, quero deixar ciente que é uma obrigação de todo o profissional de segurança ser educado e esclarecido com o público orientando com zelo e diginidade suas atribuições, mas NÃO de ser prestativo com ajuda desnecessária, cito aqui um exemplo comum de uma ajuda à um cadeirante, o Vigilante Prestativo se desloca do seu local de trabalho deixando suas atribuições para ir lá ajudar, o Vigilante Preventivo não, ele posiciona-se em seu local de trabalho atento e solicita a ajuda de um funcionário local da empresa para ir lá ajudar o cadeirante subir uma rampa de acesso ou até mesmo uma escada, pois ele sabe que está lá somente para proteger as instalações físicas do patrimônio e a integridade física das pessoas e nada mais, cuidado na hora de usar o seu “bom senso” é como se diz um ditado popular o veneno pode virar contra o feiticeiro, o vigilante não é um guebra-galho ou assistente social que deve ajudar tudo mundo, é sim um profissional habilitado a executar serviços de segurança. Análise ao tomar suas decisões e pense nisso!
Lema básico de segurança :”PARA EXECUTAR UM SERVIÇO DE SEGURANÇA, PRIMEIRO A SUA  SEGURANÇA DEPOIS A DOS OUTROS”  vigilante não é super herói.

 

Autor: ASP PAULO MELLO
Matéria publicada: segurancaprivadadobrasil.blogspot.com
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11 Respostas to “SER UM VIGILANTE PRESTATIVO OU PREVENTIVO ?”

  1. PAULO BRITO Says:

    Parabéns!!! Sem dúvida alguma um texto rico e inspirado!Grato!

  2. washington lopes Says:

    como fazer para compra a carteira de vigilante e o braão

  3. Este site é como um guia estou postando algumas materias colocando o crédito e solicitando que axessem este site pois é de vital importancia para TODOS os vigilante (como eu que está iniciando) nesta profissaõ para agir corretamente perante TODOS.

    Parabéns !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    BLOG DO PARIZIO
    AGENTE DE PORTARIA
    BLOGUEIRO
    FAZENDO O CURSO DE VIGILANTE

  4. Barrao Says:

    Exelente!!!
    O que faser quando o vigilante que nos rende para o almoço, só chega atrasado já foi informado a empresa mas o supervisor é amigo dele e não toma nenhuma providência, não estabelece horário na verdade o defende e nos ameaça, pergunto o que faser…

  5. Barrao Says:

    Cara aqui no interior manda quem pode, obedece quem tem juiso!!!

  6. martins Says:

    Felicitaçoes a todos os profissionais de segurança!!! Li estev artigo e achei muito interessante pois trabalho como vigilante no BRADESCO de minha cidade e infelizmente tenho como companheiro de trabalho um vigilante bombril, que faz serviços como trca de galao de agua, entrega de cheques devolvidos, fechamento de malotes, serviços de auto atendimento(depositos, saques para clientes, extratos ,etc)separaçao de movimentaçao diaria, recebimento e conferencia de movimentaçao de correspondente bancario, etc e muitos outros serviços que poem em risco a segurança dos funcionarios e clientes, sendo que tudo isso ocorre com a conivencia do gerente administrativo que nao reclama pois na verdade tem um quebra galho que faz o serviço que deveria ser dele. O que ocorre e que eu tenho que trabalhar praticamente sozinho na vigilancia da agencia pois nao realizo esse tipo de serviço e por isso acabo sendo visto pelo outro vigilante como um trouxa que nao quer aprender nada e por isso nunca “vou ter moral ” com o ADM. Espero que alguem do BRADESCO leia esse desabafo e fica aqui a ideia de imprimir essa materia e enviar a todas as agencias para que todos leiam ,inclusive os maus vigilantes que trabalham “para fazer moral ” com os ADMs.

    • martins; trabalho de vigilante á 12 anos no bradesco aqui em bsb e o que posso falar é que eles nao estao nem ligando pra gente pois esse banco so pensa em numeros. quanto ao seu parceiro faça á sua parte corretamente pois o castigo pra essa coisas vem rapido e so ele errar no serviço adm. um salve ae guerreiro…

  7. eduardo Says:

    exelente informação pude tirar proveito e diferenciar o vigilante prestativo do preventivo.

  8. bruno henrique ferreira dutra Says:

    Muito proveitoso tais informaçoes!

  9. Olá guerreiro, desculpa pela demora, mas o que posso te adiantar é que infelizmente a DPF – Departamento de Polícia Federal não tem como fiscalizar devido a falta de efetivo até tem um departamento específico para segurança no setor da DPF que é DELESP mas infelizmente não há fiscalização externa apenas burocrática, o que posso te ajudar é que realmente é difícil não fazer certas atividades que o cliente pede mas segundo vc passou existem abordagem na rua de pessoas e carros na rua serviço que não cabe à segurança privada quem faz abordagem na rua é Polícia nós não temos poder de polícia, o que cabe aí é um bom senso se vc ver que um carro ou pessoa está demorando num certo local cabe avisar a Polícia e relatar em livro sua atitude, agora esse tipo de abordagem pode trazer consequência para vc empresa e cliente, te pergunto quem vai segurar essa bronca caso role um processo, não estou aqui para determinar o que vc deve fazer ou deixar de fazer apenas te orientar de maneira que essa responsabilidade não cai sobre vc, use o bom senso ao abordar uma pessoa abordagem é coisa séria, uma abordagem mal feita pode até dar morte, veja no blog na sessão de videos de abordagem o que ocorre com uma abordagem mal feita, na questão de ter que fazer outras coisas alheias a sua função deixe para lá e como vc leu na matéria amanhã tudo isso que vc está fazendo de errado a mando do cliente ou empresa irá acabar caso vc queira numa grande ação judicial trabalhista pode ter certeza que vc vai ganhar um bom dinheiro nesta ação, continue trabalhando mas sem exageros na questão de serviços alheios e muito cuidado nessas abordagens, converse melhor com seu supervisor ou chefe e crie uma melhor idéia nessas abordagens caso não tenha mudança faço o que te orientei fique de olho nas pessoas que demora em determinados locais ou de suspeitos que passam pelo local havendo demora dessas pessoas no local pergunte a pessoa se precisa de auxilio e caso as informações não correspondem com as informações avise a polícia e deixe ele fazer abordagem, e nunca esqueça de anotar em livro toda seu desempenho, tenho um bom trabalho e um FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO

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