SEGURANÇA EM SHOPPING VIGILÂNCIA ARMADA NAS ÁREAS EXTERNAS PODE EVITAR ASSALTOS

                                                         SEGURANÇA PRIVADA

Algum meses atrás início do ano de 2011  a imprensa mostrou a insegurança dentro dos shoppings de vários estados, inclusive no Paraná. Assaltos dignos de Hollywood têm acontecido um atrás do outro deixando um rastro de medo e preocupação. Em São Paulo – Brasil, após os seguidos roubos registrados desde o começo do ano de 2011, parte dos shoppings aderiu à segurança armada.
Em agosto o jornal Folha de São Paulo averiguou que de oito shoppings, cinco adotaram um esquema especial de vigilância com seguranças armados, trajando coletes à prova de balas, distribuídos nas entradas e garagens. Os principais centros comerciais da capital paulista adotaram a medida.
Desses, dois foram roubados nesse ano. Até agosto, só em São Paulo – Brasil foi registrado 13 ocorrências de assaltos a shoppings, segundo o portal R7. Um deles, que teve a joalheria Tiffany e a loja de relógios Rolex roubadas, também implantou guaritas blindadas e
 “olheiros” pelos corredores. O principal alvo dos assaltantes são as joalherias.
                                          Segurança armado faz vigilância na entrada do Shopping Eldorado, em São Paulo.

 Um carro e um segurança armado zelam pelos clientes do shopping Pátio Higienópolis, na região central de São Paulo. Duas relojoarias e uma joalheria foram assaltadas este ano no local.
TER OU NÃO TER SEGURANÇA ARMADA?
A adoção dessas medidas tem por objetivo garantir mais segurança para os clientes e também para quem trabalha nesses locais. A FETRAVISPP defende a colocação de vigilantes armados nos pontos de controle de acesso e nos estacionamentos, para evitar a exposição de quem freqüenta aos centros comerciais. “Nas entradas e estacionamentos, se armados os vigilantes podem evitar que o roubo se concretize ou que até mesmo venha acontecer”, afirma João Soares, presidente da FETRAVISPP.
Ainda, nas lojas que correm maiores risco de assalto, como as joalherias, são adequadas a manutenção de vigilância armada no espaço interno da loja. Os postos de atendimento bancários instalados dentro dos centros comerciais, obrigatoriamente, precisam manter vigilantes no seu espaço interno.
Mais tranqüilidade
Um advogado de 62 anos contou ao jornal Estado de São Paulo que ao ver os seguranças armados foram procurar informação e chegou à conclusão de que essa medida é benéfica para todos. “Até eles (os vigilantes) estão mais tranqüilos porque agora há uma vigilância ostensiva. Acredito que a medida afasta a possibilidade de assaltos”, diz. “Não creio que vão atirar a esmo ou por as pessoas em risco. Eles passam por treinamentos e avaliações”, afirma o professor Fernando Matos, em entrevista à Folha.
Após a onda de assaltos em São Paulo e em outras cidades, alguns centros comerciais investiram em novos equipamentos, aumentaram o número de vigilantes e ofereceram cursos aos vigilantes de como agir em momentos de pânico.
Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira dos Shoppings Centers (Abrasce), 82% dos shoppings apresentam algum esquema especial de segurança para joalherias, bancos e lotéricas, como no caso de uma joalheria de um shopping em Maringá – Paraná – Brasil, que mantém um vigilante próprio durante todo o expediente e uma empresa de monitoramento à distância.
Todo esse reforço feito na segurança dos shoppings visa aumentar a sensação de tranqüilidade do cliente.
A tendência é que a vigilância armada nos centros comerciais tornese comum, assim como nas agências bancárias, para garantir a segurança que sempre trouxeram aos seus freqüentadores e funcionários.
Precauções como essas podem evitar que tragédias aconteçam, como foi o caso do segurança que morreu após ser baleado na cabeça durante um assalto no shopping paulista Santana Parque.
Outra questão comentada na imprensa com o surgimento dessa seqüência de crimes é o preparo dos vigilantes. Néri Maia, chefe de segurança do Shopping Muller, afirmou à Revista Vigilante em Foco que os seguranças têm o conhecimento de todas as rotinas de trabalho das lojas e do shopping, além de toda a infra-estrutura. “Dessa forma, atrelando esse conhecimento ao treinamento periódico para vigilância, além da comunicação direta com a administração do shopping, conseguimos prevenir qualquer tentativa de ocorrência grave, minimizando o surgimento de casos”, diz.
Outro ponto importante é o shopping ter vigilantes regularizados atuando. Além disso, Maia destaca periodicamente os profissionais passam por cursos e treinamentos, além de reuniões, reciclagens e instruções para as atividades diárias.
Veja também a matéria publicada neste blog com o título Você se sente seguro em shopping?.
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Fonte: Revista Vigilante em Foco 2011
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