>QUAL A FUNÇÃO DE UMA GUARITA, QUAL SUA UTILIDADE E ONDE SURGIU ?

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SEGURANÇA PRIVADA

Nós profissionais de segurança privada e pública muitas das vezes tiramos nosso turno de serviço em guaritas que são colocadas em locais estratégicos de preferência próximo ao perímetro de cercas ou muros, estas guaritas além de não serem confortáveis torna-se um alvo fácil para ação de marginais pois trata-se de um posto fixo, por este motivo à atenção deve ser redobrada, pois devemos lembrar que para dar segurança precisamos primeiro ter a nossa segurança, guaritas geralmente alvos fáceis para ação de uma possível ação de marginais, pois se o segurança de plantão não estiver atente poderá ter o famoso elemento surpresa que seria a sua rendição e até mesmo sua própria vida, por este motivo fique em QAP total guarda!
No dicionário da língua portuguesa  Aurélio significa  a palavra guarita sf. 1. Torre nos ângulos dos antigos, baluartes, para abrigo das sentinelas. 2. Casinha portátil geralmente feita de fibra de vidro o qual é para o mesmo fim.
Uma guarita, em arquitetura militar, é uma pequena torre com frestas ou seteiras, geralmente erguida no ângulo mais saliente de um baluartes de uma fortificação, com a função de proteção das sentinelas.Modernamente também designa uma pequena estrutura móvel ( guaritas de fibra ) ou estrutura de concreto ( guarita de concreto ) com as mesmas funções , geralmente disposta para guarnecer um portão ou entrada, este tipo construção é primitivo, surgiu na intenção de vigiar e controlar o acesso de pessoas com a melhor visualização possível veremos a seguir alguns modelos de guarita.
GUARITA MÓVEL

GUARITA FIXA DE ENTRADA = ( Portaria )

ARQUITETURA MILITAR
A arquitetura militar pode ser considerada com um ramo da arquitetura destinada à edificações de estruturas defensivas. Dada a especificidade desta sub-área, agrupam-se assim semelhanças características neste tipo de construções, como nos castelos e fortalezas,moldados segundo as técnicas de determinadas épocas e regiões.

TORRE
Torre (do latim turris) é um termo que designa uma estrutura alta, de arquitetura ou engenharia, em que a altura é bastante superior à largura apresentando uma demarcada verticalidade. Pode ser edificada para diversos fins (como defesa, comemoração ou optimização de espaço) e a sua morfologia tem apresentado algumas variantes ao longo do tempo em que, do mesmo modo, variam os materiais de construção (madeira, pedra, ferro, betão, etc.). De um modo geral pode ser edificada como estrutura auto-portante independente ou como parte integrante de um edifício e a sua planta pode variar formalmente; circular, quadrangular ou poligonal.

Evolução
Já na antiguidade se edificavam torres e o zigurate babilónico é um desses primeiros exemplos de construções em altura, a par com outras tipologias desenvolvidas por outras civilizações, como o minarete islâmico de função religiosa presente na mesquita ou o Farol de Alexandria com funções de observação e vigilância.
Mais a oriente o templo indiano possui também uma torre sobre a ala principal de colocação da representação da divindade em pé. Esta torre, denominada Sikhara, pode ser circular, quadrangular ou octogonal e pode mesmo ser substituída por uma cúpula achatada, caso a divindade no seu interior seja representada na posição sentada (de Ioga).
O pagode também muito presente a oriente, refere-se à edificação chinesa e japonesa composta por diversos níveis em altura (em número ímpar), em que se sobrepoem vários telhados de beirais curvos e prolongados que retrocedem em largura até ao topo. A planta é de forma variável (quadrangular ou poligonoal) e a estrutura pode ser construída em madeira ou mármore com decorações escultóricas e sinetas. Também se pode referir à edificação religiosa indiana stupa que do mesmo modo é composta por diversos níveis e reduz a sua largura progressivamente em direcção ao topo.
Edificavam-se também na antiguidade torres integradas nas muralhas defensivas ladeando as portas de acesso à povoação ou cidade e que, durante o período grego, passam a ser dispostas a distâncias regulares entre si apresentando uma planta circular ou semi-circular.
A Idade Média assume a torre com um elemento arquitetónico de extrema importância funcional e simbólica e as suas dimensões variam até à monumentalidade de pesadas construções em pedra. Podem ser para vigia e observação colocadas na área envolvente de uma determinada povoação de modo a assegurar a sua defesa (Torre de vigia, também Guarita no baluarte), ou servirem de habitação (Torre medieval). Mais tarde o seu caráter defensivo é acentuado e a torre passa a fazer parte integrante do castelo distribuindo-se por pontos estratégicos ao longo das muralhas. No interior do recinto situa-se a torre principal que evolui até se tornar na habitação defensiva do senhor feudal, com planta quadrangular e interior em madeira (Torre de menagem). O castelo possui também ainda uma torre forte que serve de atalaia (Torre Albarrã, ou Torre do haver, caso ali se guarde o tesouro real).
Com o fim do feudalismo a cidade e o poder burguês vão-se apoderar da torre como elemento simbólico da independência administrativa, aplicando-a a palácios comunais e câmaras municipais (Torre comunal). Esta aplicação vai ter especial impacto a norte da Europa (França, Bélgica, Holanda) no final da Idade Média, em que as instituições governativas da cidade apresentam uma torre esguia de proporções exacerbadas em comparação com os edifícios em que estão integradas.

SETEIRA
Uma seteira, em arquitetura militar, é uma abertura ou um rebaixamento na muralha, que em sua primitiva concepção permitia aos defensores (arqueiros, besteiros) lançar suas flechas;
Bastante empregada na arquitetura medieval, pode ser descrita como um vão de alvenaria na forma de uma faixa vertical, cuja altura corresponde a aproximadamente cinco vezes a sua largura. Em geral, possui peitoril de aproximadamente trinta centímetros e o seu topo dista aproximadamente trinta centímetros do teto.
Conforme o período construtivo e a sua região pode ser simples ou cruzetada. Com a introdução das armas de fogo, a partir do século XIV, algumas apresentam adaptação para tiros de arcabuz, mosqueteou pequenos canhões. Os vãos circulares abertos para essas primitivas peças de artilharia são chamados troneiras.

BALUARTE
Um baluarte (do provençal baloart, do neerlandês bolwerk) ou bastião (do francês bastion), em arquitectura militar é uma obra defensiva, situada nas esquinas e avançada em relação à estrutura principal de uma fortificação abaluartada.
História
O baluarte surgiu pela primeira vez na Itália, em fins do século XV, tendo alcançado a sua máxima expressão com o marquês de Vauban, na França, na segunda metade do século XVII.
Era utilizado como plataforma de artilharia, para cruzar fogo com os baluartes vizinhos, impedindo o assalto inimigo às cotinas situadas entre eles.
Observe-se que Duarte de Armas, em Portugal, e outros autores do início do século XVI, período em que a nova terminologia ainda não era muito difundida, empregaram o termo “baluarte” para designar qualquer obra fortificada.
Características
O baluarte tem, normalmente, um formato pentagonal, apresentando duas faces, dois flancos e uma gola (linha pela qual está ligado à estrutura principal). Normalmente é sustentado por muralhas de alvenaria e preenchido com terra apiloada.
Em relação aos castelos medievais, constitui-se numa defesa mais baixa e larga, melhor adaptada ao emprego da artilharia, que se difundiu na Europa a partir do século XV.
Tipos de baluarte
Baluarte em tenalha: aquele cujo ângulo flanqueado forma um reentrante;
Baluarte truncado: aquele cujo ângulo flanqueado é substituído por um ou dois ângulos reentrantes;
Baluarte de orelhões: aquele cujos ângulos retirados e convexos estão cobertos até ao centro por uma extremidade da face conhecida por “orelhão”;
Baluarte destacado: reduto isolado em forma de baluarte;
Baluarte duplo: aquele que possui um baluarte menor dentro dele;
Baluarte terraplanado: aquele que, além do terrapleno normal da praça, era ainda cheio no seu interior com outro terrapleno, ficando mais reforçado;
Baluarte plano: aquele que tem meias golas em linha reta;
Baluarte real: aquele que apresenta dimensões muito elevadas, com vários entrincheiramentos e com capacidade para albergar uma grande guarnição;
Baluarte regular: aquele cujas linhas e ângulos correspondentes são iguais entre si;
Baluarte simples: aquele cujo terrapleno acompanha as suas faces e flancos, deixando um espaço vazio no centro, que pode ser utilizado para se construir alguma edificação;
Baluarte vazio: aquele sem qualquer terrapleno;
Meio-baluarte: aquele que apenas tem uma face e um flanco.

FORTALEZA ( Arquitetura militar )
Uma fortaleza (do latim fortis = forte, e facere, fazer) é uma estrutura arquitetônica militar projetada para a guerra defensiva. A humanidade vem erguendo este tipo de estruturas por milhares de anos, com uma variedade de desígnios crescentemente complexos.Em termos técnicos, uma fortaleza é composta por duas ou mais baterias de artilharia, distríbuídas em obras independentes, e com largo intervalo entre si. Por outro lado, um forte é composto de uma ou mais baterias na mesma obra. Algumas instalações militares são conhecidas como fortes, embora nem sempre sejam fortalecidos. A palavra fortificação também pode se referir à prática de melhorar a defesa de uma área com trabalhos de defensiva.
As estruturas de fortificação normalmente são divididas em duas categorias:
Fortificações permanentes – erguidas com todos os recursos que um Estado pode prover em termos de habilidade construtiva e mecânica, empregando materiais duradouros.
Fortificações de campanha (ou de campo) – erguidas no contexto de um combate ou de uma guerra, por tropas no campo, com o emprego de materiais locais que não exijam muita preparação, como terra apiloada, madeira de mato (faxina) e etc.
Na segunda categoria ainda podem ser consideradas as fortificações semipermanentes, aquelas que, no curso de uma campanha, se tornam necessárias para proteger alguma localidade propiciando uma defesa permanente e que podem ser erguidas com o trabalho de civis e em pouco tempo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guarita

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