Archive for the SEGURANÇA PRIVADA Category

EMPRESAS DE SEGURANÇA INOVAM PARA LUCRAR COM GRANDES EVENTOS NO BRASIL

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 23/05/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

SEGURANÇA PRIVADA 
Os
eventos mundiais que o Brasil vai sediar abrem espaço para a indústria da
segurança privada lucrar com tecnologias cada vez mais arrojadas. Por US$ 100
milhões, o governo pode adquirir todo o equipamento de segurança exigido para
eventos como a Copa das Confederações, mas costuma alugá-lo por até um terço
deste valor, de acordo com o CEO da Smiths Detection, Danilo Dias, responsável
pelo aparato da Rio+20 (2012), dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro
(2007) e da Copa do Mundo da FIFA na Alemanha (2006).As tecnologias variam do
clássico scanner de metais a detectores de armas químicas e biológicas. O
espectômetro, um instrumento óptico, é um dos exemplos: detecta mais de 30 mil
substâncias, como drogas e narcóticos, incluindo ameaças biológicas. Um equipamento
portátil, da marca Radseeker, é capaz de identificar sinais radioativos no
entorno dos eventos. A Smiths Detection utilizou mais de 200 unidades deste
tipo de aparelho na Olimpíada de Atenas, em 2004.
Outro
aparato é um instrumento de raio X capaz de controlar um grande fluxo de
objetos.Ele escaneia até 1,8 mil unidades por hora, e é muito usado na revista
de malas nos aeroportos.
Investimentos

Somente
em segurança pública, o investimento federal estimado de três grandes eventos
brasileiros – Copa das Confederações 2013, Mundial da FIFA (Federação
Internacional de Futebol) de 2014 e Jornada Mundial da Juventude – será de R$
1,17 bilhão, informou a Secretaria Extraordinária de Segurança em Grandes
Eventos. Somente no Mundial de 2014, por exemplo, o investimento total em
segurança é estimado em R$ 1,879 bilhão. Fica a cargo dos governos estadual e
federal o controle de acesso aos locais dos eventos, como estádios, aeroportos
e terminais de passageiros, onde prevalecem os detectores de metal.
Na
Copa das Confederações, a FIFA divide com o governo a responsabilidade pela
segurança nas seis cidades-sede (Brasília, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte,
Salvador e Rio de Janeiro), entre 15 e 30 de junho. Os magnetômetros de mão,
conhecidos como “raquetes” devido ao formato portátil, foram adquiridos pela
FIFA para detectar metais, armas ou detonadores em pessoas e objetos. Aparelhos
de raios-x, scanners de veículos e câmeras de vigilância de alta definição, que
identificam pessoas em meio a multidões, também integram o aparato fornecido
pela segurança privada.
A
entidade contratou seis empresas brasileiras de vigilância para preservar áreas
próximas ao evento – como estádios, hotéis que hospedam as delegações e centros
de treinamento –, mas não divulga o investimento que desembolsou, nem as
empresas envolvidas.
Cerca
de 15 mil agentes privados de segurança, contratados pela FIFA, farão a
vigilância das instalações do evento junto a três mil homens das polícias e
exército. No Mundial de 2014, a estimativa é que o efetivo dobre de tamanho.

Mercado brasileiro

Segundo
a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança
(ABESE), o mercado de segurança privada no País movimentou mais de US$1,96
bilhão em 2012, um crescimento de 9% ante o ano anterior. Este aumento deve
chegar a 11% em 2013, acredita a presidente da entidade, Celma Migliori.
Fonte:
IG

BRASIL LIDERA MERCADO DE SEGURANÇA PRIVADA DAS AMÉRICAS

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 10/03/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

SEGURANÇA PRIVADA
O
Brasil lidera o mercado de segurança privada na América Latina, segundo estudo
divulgado recentemente pela Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o
setor nas Américas. Ao detalhar a pesquisa, informa que o Brasil tem cerca de
2.900 empresas de segurança e um efetivo de 1.675.415 profissionais.
Para
José Adir Loiola, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do
Estado de São Paulo (SESVESP), é preciso analisar melhor os números, pois
diferem do que é registrado no Brasil. “Não sabemos quais os tipos de empresas
e profissionais estão contabilizados neste levantamento, pois os números
divergem dos que temos da Polícia Federal, que controla o segmento”.

De
acordo com os dados oficiais brasileiros, o País possui atualmente cerca de 1.500
empresas de segurança privada e 540 mil vigilantes habilitados. Loiola ressalta
que, mesmo com essa diferença, o estudo não erra ao apontar o potencial
brasileiro para o mercado da segurança privada. “O Brasil é um dos poucos
países que possuem a atividade regulamentada e fiscalizada e um dos únicos que
geram tanto emprego na atividade”.
Em
2011, o Small Arms Survey, levantamento produzido anualmente por pesquisadores
suíços, apontou o Brasil como o 5° maior mercado de segurança privada no mundo
em número de vigilantes. Pelo estudo, o Brasil perdia apenas para a Índia (7
milhões), China (5 milhões), Estados Unidos (2 milhões) e Rússia (800 mil).

Perspectivas

Está
em análise do Ministério da Justiça o Estatuto da Segurança Privada, projeto
que propõe a atualização da lei vigente (7.102/83). Se aprovado, novas
oportunidades de negócios e empregos formais podem surgir, já que o documento
prevê a inclusão de ocupações que atualmente são exercidas de forma
clandestina. A melhoria da grade curricular dos cursos de formação também está
prevista no projeto.


SEGURANÇAS PRIVADOS FARÃO TREINAMENTO COM POLÍCIA FEDERAL PARA A COPA DAS CONFEDERAÇÕES E DO MUNDO.

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 12/02/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
É obrigatório para atuar nos eventos da FIFA.
Ao todo, são 200 horas de aula.
 
SEGURANÇA PRIVADA
 
Os vigilantes que farão a segurança privada na Copa das Confederações e na Copa do Mundo vão passar por um treinamento dado pela Polícia Federal.
Eles formam um verdadeiro exército da segurança privada no Brasil. São 700 mil vigilantes trabalhando no setor privado, número maior do que o de policiais militares em todo o país, segundo a Polícia Federal.

Agora, os vigilantes que vão atuar nos eventos da FIFA vão precisar fazer o curso criado pela Polícia Federal, que fiscaliza a segurança privada no país e que será dado por escolas especializadas.


Até a primeira quinzena de junho, os vigilantes terão que aprender:
- Noções de direitos humanos;
- Como abordar as pessoas;
- Como resolver pequenos conflitos e situações de emergência;
- Controlar o acesso aos estádios.

Ao todo, são 200 horas de aula. Os vigilantes vão trabalhar dentro dos estádios e sem armas, seguindo a orientação da FIFA. Será a primeira vez que a segurança privada vai trabalhar em conjunto com a segurança pública em um evento do porte da Copa das Confederações.

Segundo a Polícia Federal, é o mesmo padrão já usado nos campeonatos europeus. O reforço na formação valerá também para a Copa do Mundo, e a PF defende a qualificação permanente.

“A expectativa é que isso fique como legado para o Brasil, onde a segurança privada, que vem crescendo muito no país, seja empregada também em outros eventos após o período da Copa das Confederações e Copa do Mundo”, diz Clyton Xavier, delegado da Polícia Federal.

 
Fonte:http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/01/segurancas-privados-farao-treinamento-com-pf-para-copa.html
Matéria:Camila Bomfim, Brasília – DF.

VIGILANTES DO PARANÁ ENTRAM EM GREVE DEVIDO AO 30% DE ADICIONAL SOBRE O SALÁRIO

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 13/01/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

SEGURANÇA PRIVADA
Os
primeiros a entrarem em greve nesse ano, aqui no Paraná, devem ser eles, os
vigilantes de todo o estado cobram das empresas o adicional de periculosidade
de 30% sobre o salário, que já foi sancionada pela presidente Dilma Houssef em
10 de dezembro de 2012, mas não foi pago neste pagamento do 5º dia útil.
Segundo
João Soares, presidente do sindicato de Curitiba e Região que representa a
categoria, das 103 empresas no Paraná, apenas uma pagou oe cumpriu com o
benefício aos trabalhadores.
Por
isso, nesta quinta feira dia 10/01/2013 a categoria se reuniu em assembleia
geral na Praça Generoso Marques e 
decidiu que entra  em greve dia(s)
14 e 15 / 01 / 2013 ( Segunda e Terça – feira )
Caso
a greve se concretize com toda força, os cerca de 26 mil vigilantes no estado devem
paralizar suas atividades.
O
principal impacto, segundo o presidente do sindicato, será nos setores
econômicos e comerciais.

EMPRESA HORUS FOI A ÚNICA QUE CUMPRIU A LEI 12.740 NO PARANÁ.

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 08/01/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

 SEGURANÇA PRIVADA

A empresa Horus situada na cidade Curitiba estado do Paraná  pagou o adicional
de periculosidade proporcional ao fechamento da folha e cumpriu a lei 12.740.
Se a empresa  Horus pagou, porque as
outras não pagaram?
Porque o Sindicato Patronal do estado do Paraná  de
maneira equivocada através do seu presidente Sandro Mauricio Smaniotto,
proprietário da empresa quase extinta Special Service Segurança, orientou as empresas
filiadas a não pagarem.
Então companheiros de Curitiba e Região Metropolitana e de outros estados brasileiros que foram lesados, aqui no   dia 10 de
janeiro às 19h 30min na Praça Santos Andrade no centro da Capital, vamos todos os vigilantes se reunir e  definir a maior paralização
da categoria no estado do Paraná. Não foi por bem, então  vai ser na marra.
Esperamos agora tenhamos trabalhadores que foram lesados em todas as cidades e estados brasileiros  que honrem com respeito e possam lutar pelos seus direitos, afinal de contas até o presente momento temos uns covardes que respiram a miséria que os patronais pagam, para esses covardes deixo um ditado bem famoso e  punk, somente  aqueles que não aderirem a uma  greve são na verdade o que diz ”  São ratos de esgotos que vivem das sobras e da  podridão da humanidade”, pense nisso, valorize-se sua vida, você  está em risco de vida todos os dias, sua vida não tem dinheiro que pague, desde 1996 alguns parlamentares preocupados com a nosso risco e  direitos lutam para recebermos o nosso adicional, agora que foi aprovado pelo chefe supremo a presidente da república os patrões recuam dizendo que não vão pagar, tenho certeza que muitos profissionais cumprem com seus deveres e obrigações, agora recebemos o nosso direito e se é direito é meu, então vamos brigar pelo nosso direito porque deveres temos muito a cumprir, pense nisso ! 

NOVAS REGRAS À PARTIR DE 12/01/2013 ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA, ARMADA E DESARMADA.

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 31/12/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL


SEGURANÇA PRIVADA
A partir de 12.01.2013, atividade de segurança  privada, armada ou desarmada passará a observar novas regras.

O Diretor-Geral do Departamento de Polícia Federal editou a Portaria nº 3.233/2012, a qual entrará em vigor a partir de 12.01.2013, para disciplinar as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas empresas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como para regular a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros.



A presente  Portaria disciplina as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas empresas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros.  

Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 240, p. 158, 13.12.2012




Acesse o link e baixe o arquivo em PDF: http://www.dpf.gov.br/servicos/seguranca-privada/legislacao-normas-e-orientacoes/portarias/PORTARIA%203233-2012.pdf/view



Anexos: http://www.vigilantecntv.org.br/legislacao/portaria3233.pdf
http://www.vigilantecntv.org.br/legislacao/portaria3233.pdf

VIGILANTES SÃO DESVIADOS DE FUNÇÕES

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 24/07/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
SEGURANÇA PRIVADA 


Os profissionais que deveriam cuidar da segurança patrimonial acabam fazendo atendimento direto ao usuário.Muitas empresas em vez de contratar um vigilante acaba contratando um faz tudo, e acaba esqueçendo que segurança é coisa séria, veja na matéria a seguir o que ocorre quando  o vigilante desvia de suas funções.

É recorrente entrar em órgãos públicos no Distrito Federal ou qualquer estado brasileiro  e ser recepcionado por um vigilante que dá as coordenadas para onde se deseja chegar ou sobre o serviço pretendido, bem como organiza filas, entrega senhas, atende ao telefone e faz cadastro de visitantes. Nos hospitais, o senso de humanidade fala mais alto e eles (os vigilantes) também correm para ajudar os doentes e acidentados que chegam. Na falta de recepcionistas, eles fazem o trabalho burocrático e, em alguns órgãos, podem ser vistos atrás de computadores em guichês instalados na entrada dos edifícios.

O presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores no DF (Sindesp-DF), Irenaldo Pereira Lima, confirma que muitos vigilantes acabam desempenhando outras funções além daquelas para as quais foram contratados. “Quando a gente ganha a licitação do órgão é para fazer a segurança patrimonial. Só que quando se chega hoje em hospitais, postos de saúde, departamentos de trânsito e nos ministérios, o que se vê é o vigilante atrás de um balcão passando informações. Acho que isso não é fazer segurança”, argumenta. Ele acredita que o desvio de função decorre tanto da falta de pessoal para o atendimento ao usuário como pela falta de um plano de segurança.
Irenaldo destaca a preocupação com a condição do vigilante, pois muitas vezes eles podem estar deixando de lado suas atribuições principais e isso pode trazer consequências. “O vigilante, em vez de fazer a segurança do patrimônio do local, está ali distribuindo uma senha, passando uma informação. Em hospital eles distribuem senha e quando chega uma ambulância e não tem o maqueiro, aí eles ajudam a fazer o socorro de quem chegou. Se ele não fizer, não ajudar o doente, ele pode responder por omissão de socorro. É tanta coisa que está errada que a gente não sabe mais o que fazer”, observa.

Entre as preocupações com o desvio de função do vigilante está o porte de arma. Quando um vigilante armado está num hospital e vai ajudar a retirar uma maca da ambulância, ele pode ficar vulnerável e ver tomada sua arma, o que pode oferecer grande perigo para as pessoas no local.“E se acontecer algum sinistro ali enquanto o vigilante está com a maca na mão? E se enquanto ele está ajudando o doente alguém chega e toma aquela arma dele? São situações preocupantes”, atenta.

Para o presidente do Sindesp-DF, antes de fazer uma licitação, os órgãos públicos deveriam exigir a elaboração de um plano de segurança para, a partir daí, ter a real estimativa do quantitativo necessário e também da forma do serviço de segurança a ser prestado conforme a necessidade específica do órgão. “A gente tem feito essa denúncia para o sindicato laboral, que é o sindicato da categoria. É preciso deixar o vigilante fazer o seu serviço mesmo. São coisas que até as pessoas que fazem a contratação têm que compreender que os vigilantes estão ali para fazer a segurança patrimonial e não esse desvio de função que existe”, aponta.

O dirigente sindical afirma que vem solicitando aos sindicatos, aos gestores de contrato e até da federação que reúne os sindicatos de segurança no país, para que seja elaborado um documento direcionado aos órgãos públicos alertando para a necessidade de que todos façam um plano de segurança. “Se eu faço um plano de segurança e o órgão aceita aquele plano, então se assume a obrigação de cumpri-lo e isso evita desvio de funções”, analisa.

Hoje, nos editais de licitação dos serviços de segurança patrimonial é requerido das empresas interessadas em participar que façam uma vistoria no local de prestação do serviço a fim de conhecerem a dificuldade do local e aceitá-la, quando na verdade deveria ser cobrada a elaboração do plano de segurança.

A falta do plano de segurança e os recorrentes desvios de funções colocam as empresas de segurança em situação de risco nos contratos com órgãos públicos, visto que em caso de sinistro, que seriam as ocorrências relativas à segurança, as empresas estão arcando com as responsabilidades sozinhas.

A falta da participação de um gestor de segurança na elaboração dos editais e no levantamento das necessidades é outro problema sério enfrentado pelas empresas. “Hoje os órgãos lançam edital estabelecendo quantitativos que a gente não sabe de onde veio. Simplesmente eles soltam um edital e a gente participa”, conta.

Segundo o dirigente da Sindesp-DF, Brasília possui 68 empresas de segurança pública e privada sendo que, dessas, 32 são filiadas a esse sindicato.Vigilantes x recepcionistas No Sindicato dos Vigilantes do DF, o presidente Jervalino Rodrigues Bispo contesta o desvio de função e, pelo contrário, afirma que muitos recepcionistas hoje vêm assumindo funções que seriam de exercício dos vigilantes. “Vários órgãos estão fazendo o seguinte: tirando os vigilantes, que são qualificados para fazer segurança no local, e colocando recepcionistas, onde a função do recepcionista é a mesma do vigilante e a recepcionista não está qualificada para fazer aquele trabalho. A gente vem brigando e está com essa demanda”, observa o dirigente.Sobre as denúncias de desvio de funções, Jervalino considera muito difícil isso acontecer tendo em vista que a orientação do sindicato é de que os vigilantes não têm nenhuma obrigação de fazer outra função no local além da sua, e são, inclusive, proibidos disso. No entanto, o sindicalista afirma que as funções do vigilante depende do local em que ele está alocado. “Se for um serviço de portaria de verificar a entrada e saída, isso está correto. Agora se for num local de fazer segurança, ele não pode fazer outra coisa. Tem local em que o vigilante fica ali para manter a ordem de entrada e saída, e ele tem que identificar a pessoa e para ele identificar ele precisa saber quem entrou e que horas entrou”.Nos hospitais, Jervalino admite que é mais difícil conter a possibilidade de um vigilante desviar de função. “Ali acontece sempre porque às vezes o doente chega e não tem ninguém para receber e o vigilante está ali solidário com aquela pessoa e acaba prestando alguma assistência para não deixar aquela pessoa morrer ali fora”, explica. Apesar de o sindicato compreender a posição do vigilante e buscar meio de protegê-los nesses casos, a orientação dada é de que os vigilantes não façam isso. “A gente sempre diz: evite sair do seu posto. Mas você sabe como é ser humano, procura sempre uma forma de aliviar o sofrimento do outro. Mas a gente orienta para ter cuidado nessa hora de trabalho”, destaca.O presidente do Sindesv-DF concorda que é necessário que a empresa contratada tenha um plano de segurança para o órgão, assim saberá com maior efetividade quantas pessoas são suficientes para fazer a segurança naquele local e quais as necessidades da segurança ali. “Contratar o vigilante para um local onde a pessoa que está contratando não sabe nem para que e nem porque, é em vão o serviço e acontece demais. Às vezes tem um local perigoso que tem que colocar cinco ou seis vigilantes, mas eles contratam somente um”, argumenta.O deputado distrital Chico Vigilante (PT) acredita que não há desvio de funções dos vigilantes nos órgãos públicos. Para ele, o que acontece é uma colaboração no atendimento aos usuários. Para o parlamentar, é perfeitamente natural ao vigilante ter que proceder cadastro de entrada e saída de pessoas, pois isso faz parte da função do vigilante que consiste, entre outras coisas, de observar, saber quem vai entrar e quem sai.

Veja também a matérias –  Ser um vigilante prestativo ou ostensivo? e Vigilantes e relação com os clientes.



Fonte:www.viaseg.com.br

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