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EMPRESAS DE SEGURANÇA INOVAM PARA LUCRAR COM GRANDES EVENTOS NO BRASIL

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 23/05/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

SEGURANÇA PRIVADA 
Os
eventos mundiais que o Brasil vai sediar abrem espaço para a indústria da
segurança privada lucrar com tecnologias cada vez mais arrojadas. Por US$ 100
milhões, o governo pode adquirir todo o equipamento de segurança exigido para
eventos como a Copa das Confederações, mas costuma alugá-lo por até um terço
deste valor, de acordo com o CEO da Smiths Detection, Danilo Dias, responsável
pelo aparato da Rio+20 (2012), dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro
(2007) e da Copa do Mundo da FIFA na Alemanha (2006).As tecnologias variam do
clássico scanner de metais a detectores de armas químicas e biológicas. O
espectômetro, um instrumento óptico, é um dos exemplos: detecta mais de 30 mil
substâncias, como drogas e narcóticos, incluindo ameaças biológicas. Um equipamento
portátil, da marca Radseeker, é capaz de identificar sinais radioativos no
entorno dos eventos. A Smiths Detection utilizou mais de 200 unidades deste
tipo de aparelho na Olimpíada de Atenas, em 2004.
Outro
aparato é um instrumento de raio X capaz de controlar um grande fluxo de
objetos.Ele escaneia até 1,8 mil unidades por hora, e é muito usado na revista
de malas nos aeroportos.
Investimentos

Somente
em segurança pública, o investimento federal estimado de três grandes eventos
brasileiros – Copa das Confederações 2013, Mundial da FIFA (Federação
Internacional de Futebol) de 2014 e Jornada Mundial da Juventude – será de R$
1,17 bilhão, informou a Secretaria Extraordinária de Segurança em Grandes
Eventos. Somente no Mundial de 2014, por exemplo, o investimento total em
segurança é estimado em R$ 1,879 bilhão. Fica a cargo dos governos estadual e
federal o controle de acesso aos locais dos eventos, como estádios, aeroportos
e terminais de passageiros, onde prevalecem os detectores de metal.
Na
Copa das Confederações, a FIFA divide com o governo a responsabilidade pela
segurança nas seis cidades-sede (Brasília, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte,
Salvador e Rio de Janeiro), entre 15 e 30 de junho. Os magnetômetros de mão,
conhecidos como “raquetes” devido ao formato portátil, foram adquiridos pela
FIFA para detectar metais, armas ou detonadores em pessoas e objetos. Aparelhos
de raios-x, scanners de veículos e câmeras de vigilância de alta definição, que
identificam pessoas em meio a multidões, também integram o aparato fornecido
pela segurança privada.
A
entidade contratou seis empresas brasileiras de vigilância para preservar áreas
próximas ao evento – como estádios, hotéis que hospedam as delegações e centros
de treinamento –, mas não divulga o investimento que desembolsou, nem as
empresas envolvidas.
Cerca
de 15 mil agentes privados de segurança, contratados pela FIFA, farão a
vigilância das instalações do evento junto a três mil homens das polícias e
exército. No Mundial de 2014, a estimativa é que o efetivo dobre de tamanho.

Mercado brasileiro

Segundo
a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança
(ABESE), o mercado de segurança privada no País movimentou mais de US$1,96
bilhão em 2012, um crescimento de 9% ante o ano anterior. Este aumento deve
chegar a 11% em 2013, acredita a presidente da entidade, Celma Migliori.
Fonte:
IG

BRASIL LIDERA MERCADO DE SEGURANÇA PRIVADA DAS AMÉRICAS

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 10/03/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

SEGURANÇA PRIVADA
O
Brasil lidera o mercado de segurança privada na América Latina, segundo estudo
divulgado recentemente pela Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o
setor nas Américas. Ao detalhar a pesquisa, informa que o Brasil tem cerca de
2.900 empresas de segurança e um efetivo de 1.675.415 profissionais.
Para
José Adir Loiola, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do
Estado de São Paulo (SESVESP), é preciso analisar melhor os números, pois
diferem do que é registrado no Brasil. “Não sabemos quais os tipos de empresas
e profissionais estão contabilizados neste levantamento, pois os números
divergem dos que temos da Polícia Federal, que controla o segmento”.

De
acordo com os dados oficiais brasileiros, o País possui atualmente cerca de 1.500
empresas de segurança privada e 540 mil vigilantes habilitados. Loiola ressalta
que, mesmo com essa diferença, o estudo não erra ao apontar o potencial
brasileiro para o mercado da segurança privada. “O Brasil é um dos poucos
países que possuem a atividade regulamentada e fiscalizada e um dos únicos que
geram tanto emprego na atividade”.
Em
2011, o Small Arms Survey, levantamento produzido anualmente por pesquisadores
suíços, apontou o Brasil como o 5° maior mercado de segurança privada no mundo
em número de vigilantes. Pelo estudo, o Brasil perdia apenas para a Índia (7
milhões), China (5 milhões), Estados Unidos (2 milhões) e Rússia (800 mil).

Perspectivas

Está
em análise do Ministério da Justiça o Estatuto da Segurança Privada, projeto
que propõe a atualização da lei vigente (7.102/83). Se aprovado, novas
oportunidades de negócios e empregos formais podem surgir, já que o documento
prevê a inclusão de ocupações que atualmente são exercidas de forma
clandestina. A melhoria da grade curricular dos cursos de formação também está
prevista no projeto.


SEGURANÇAS PRIVADOS FARÃO TREINAMENTO COM POLÍCIA FEDERAL PARA A COPA DAS CONFEDERAÇÕES E DO MUNDO.

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 12/02/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
É obrigatório para atuar nos eventos da FIFA.
Ao todo, são 200 horas de aula.
 
SEGURANÇA PRIVADA
 
Os vigilantes que farão a segurança privada na Copa das Confederações e na Copa do Mundo vão passar por um treinamento dado pela Polícia Federal.
Eles formam um verdadeiro exército da segurança privada no Brasil. São 700 mil vigilantes trabalhando no setor privado, número maior do que o de policiais militares em todo o país, segundo a Polícia Federal.

Agora, os vigilantes que vão atuar nos eventos da FIFA vão precisar fazer o curso criado pela Polícia Federal, que fiscaliza a segurança privada no país e que será dado por escolas especializadas.


Até a primeira quinzena de junho, os vigilantes terão que aprender:
- Noções de direitos humanos;
- Como abordar as pessoas;
- Como resolver pequenos conflitos e situações de emergência;
- Controlar o acesso aos estádios.

Ao todo, são 200 horas de aula. Os vigilantes vão trabalhar dentro dos estádios e sem armas, seguindo a orientação da FIFA. Será a primeira vez que a segurança privada vai trabalhar em conjunto com a segurança pública em um evento do porte da Copa das Confederações.

Segundo a Polícia Federal, é o mesmo padrão já usado nos campeonatos europeus. O reforço na formação valerá também para a Copa do Mundo, e a PF defende a qualificação permanente.

“A expectativa é que isso fique como legado para o Brasil, onde a segurança privada, que vem crescendo muito no país, seja empregada também em outros eventos após o período da Copa das Confederações e Copa do Mundo”, diz Clyton Xavier, delegado da Polícia Federal.

 
Fonte:http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/01/segurancas-privados-farao-treinamento-com-pf-para-copa.html
Matéria:Camila Bomfim, Brasília – DF.

VIGILANTES DO PARANÁ ENTRAM EM GREVE DEVIDO AO 30% DE ADICIONAL SOBRE O SALÁRIO

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 13/01/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

SEGURANÇA PRIVADA
Os
primeiros a entrarem em greve nesse ano, aqui no Paraná, devem ser eles, os
vigilantes de todo o estado cobram das empresas o adicional de periculosidade
de 30% sobre o salário, que já foi sancionada pela presidente Dilma Houssef em
10 de dezembro de 2012, mas não foi pago neste pagamento do 5º dia útil.
Segundo
João Soares, presidente do sindicato de Curitiba e Região que representa a
categoria, das 103 empresas no Paraná, apenas uma pagou oe cumpriu com o
benefício aos trabalhadores.
Por
isso, nesta quinta feira dia 10/01/2013 a categoria se reuniu em assembleia
geral na Praça Generoso Marques e 
decidiu que entra  em greve dia(s)
14 e 15 / 01 / 2013 ( Segunda e Terça – feira )
Caso
a greve se concretize com toda força, os cerca de 26 mil vigilantes no estado devem
paralizar suas atividades.
O
principal impacto, segundo o presidente do sindicato, será nos setores
econômicos e comerciais.

EMPRESA HORUS FOI A ÚNICA QUE CUMPRIU A LEI 12.740 NO PARANÁ.

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 08/01/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

 SEGURANÇA PRIVADA

A empresa Horus situada na cidade Curitiba estado do Paraná  pagou o adicional
de periculosidade proporcional ao fechamento da folha e cumpriu a lei 12.740.
Se a empresa  Horus pagou, porque as
outras não pagaram?
Porque o Sindicato Patronal do estado do Paraná  de
maneira equivocada através do seu presidente Sandro Mauricio Smaniotto,
proprietário da empresa quase extinta Special Service Segurança, orientou as empresas
filiadas a não pagarem.
Então companheiros de Curitiba e Região Metropolitana e de outros estados brasileiros que foram lesados, aqui no   dia 10 de
janeiro às 19h 30min na Praça Santos Andrade no centro da Capital, vamos todos os vigilantes se reunir e  definir a maior paralização
da categoria no estado do Paraná. Não foi por bem, então  vai ser na marra.
Esperamos agora tenhamos trabalhadores que foram lesados em todas as cidades e estados brasileiros  que honrem com respeito e possam lutar pelos seus direitos, afinal de contas até o presente momento temos uns covardes que respiram a miséria que os patronais pagam, para esses covardes deixo um ditado bem famoso e  punk, somente  aqueles que não aderirem a uma  greve são na verdade o que diz ”  São ratos de esgotos que vivem das sobras e da  podridão da humanidade”, pense nisso, valorize-se sua vida, você  está em risco de vida todos os dias, sua vida não tem dinheiro que pague, desde 1996 alguns parlamentares preocupados com a nosso risco e  direitos lutam para recebermos o nosso adicional, agora que foi aprovado pelo chefe supremo a presidente da república os patrões recuam dizendo que não vão pagar, tenho certeza que muitos profissionais cumprem com seus deveres e obrigações, agora recebemos o nosso direito e se é direito é meu, então vamos brigar pelo nosso direito porque deveres temos muito a cumprir, pense nisso ! 

NOVAS REGRAS À PARTIR DE 12/01/2013 ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA, ARMADA E DESARMADA.

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 31/12/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL


SEGURANÇA PRIVADA
A partir de 12.01.2013, atividade de segurança  privada, armada ou desarmada passará a observar novas regras.

O Diretor-Geral do Departamento de Polícia Federal editou a Portaria nº 3.233/2012, a qual entrará em vigor a partir de 12.01.2013, para disciplinar as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas empresas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como para regular a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros.



A presente  Portaria disciplina as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas empresas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros.  

Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 240, p. 158, 13.12.2012




Acesse o link e baixe o arquivo em PDF: http://www.dpf.gov.br/servicos/seguranca-privada/legislacao-normas-e-orientacoes/portarias/PORTARIA%203233-2012.pdf/view



Anexos: http://www.vigilantecntv.org.br/legislacao/portaria3233.pdf
http://www.vigilantecntv.org.br/legislacao/portaria3233.pdf

VIGILANTES SÃO DESVIADOS DE FUNÇÕES

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 24/07/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
SEGURANÇA PRIVADA 


Os profissionais que deveriam cuidar da segurança patrimonial acabam fazendo atendimento direto ao usuário.Muitas empresas em vez de contratar um vigilante acaba contratando um faz tudo, e acaba esqueçendo que segurança é coisa séria, veja na matéria a seguir o que ocorre quando  o vigilante desvia de suas funções.

É recorrente entrar em órgãos públicos no Distrito Federal ou qualquer estado brasileiro  e ser recepcionado por um vigilante que dá as coordenadas para onde se deseja chegar ou sobre o serviço pretendido, bem como organiza filas, entrega senhas, atende ao telefone e faz cadastro de visitantes. Nos hospitais, o senso de humanidade fala mais alto e eles (os vigilantes) também correm para ajudar os doentes e acidentados que chegam. Na falta de recepcionistas, eles fazem o trabalho burocrático e, em alguns órgãos, podem ser vistos atrás de computadores em guichês instalados na entrada dos edifícios.

O presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores no DF (Sindesp-DF), Irenaldo Pereira Lima, confirma que muitos vigilantes acabam desempenhando outras funções além daquelas para as quais foram contratados. “Quando a gente ganha a licitação do órgão é para fazer a segurança patrimonial. Só que quando se chega hoje em hospitais, postos de saúde, departamentos de trânsito e nos ministérios, o que se vê é o vigilante atrás de um balcão passando informações. Acho que isso não é fazer segurança”, argumenta. Ele acredita que o desvio de função decorre tanto da falta de pessoal para o atendimento ao usuário como pela falta de um plano de segurança.
Irenaldo destaca a preocupação com a condição do vigilante, pois muitas vezes eles podem estar deixando de lado suas atribuições principais e isso pode trazer consequências. “O vigilante, em vez de fazer a segurança do patrimônio do local, está ali distribuindo uma senha, passando uma informação. Em hospital eles distribuem senha e quando chega uma ambulância e não tem o maqueiro, aí eles ajudam a fazer o socorro de quem chegou. Se ele não fizer, não ajudar o doente, ele pode responder por omissão de socorro. É tanta coisa que está errada que a gente não sabe mais o que fazer”, observa.

Entre as preocupações com o desvio de função do vigilante está o porte de arma. Quando um vigilante armado está num hospital e vai ajudar a retirar uma maca da ambulância, ele pode ficar vulnerável e ver tomada sua arma, o que pode oferecer grande perigo para as pessoas no local.“E se acontecer algum sinistro ali enquanto o vigilante está com a maca na mão? E se enquanto ele está ajudando o doente alguém chega e toma aquela arma dele? São situações preocupantes”, atenta.

Para o presidente do Sindesp-DF, antes de fazer uma licitação, os órgãos públicos deveriam exigir a elaboração de um plano de segurança para, a partir daí, ter a real estimativa do quantitativo necessário e também da forma do serviço de segurança a ser prestado conforme a necessidade específica do órgão. “A gente tem feito essa denúncia para o sindicato laboral, que é o sindicato da categoria. É preciso deixar o vigilante fazer o seu serviço mesmo. São coisas que até as pessoas que fazem a contratação têm que compreender que os vigilantes estão ali para fazer a segurança patrimonial e não esse desvio de função que existe”, aponta.

O dirigente sindical afirma que vem solicitando aos sindicatos, aos gestores de contrato e até da federação que reúne os sindicatos de segurança no país, para que seja elaborado um documento direcionado aos órgãos públicos alertando para a necessidade de que todos façam um plano de segurança. “Se eu faço um plano de segurança e o órgão aceita aquele plano, então se assume a obrigação de cumpri-lo e isso evita desvio de funções”, analisa.

Hoje, nos editais de licitação dos serviços de segurança patrimonial é requerido das empresas interessadas em participar que façam uma vistoria no local de prestação do serviço a fim de conhecerem a dificuldade do local e aceitá-la, quando na verdade deveria ser cobrada a elaboração do plano de segurança.

A falta do plano de segurança e os recorrentes desvios de funções colocam as empresas de segurança em situação de risco nos contratos com órgãos públicos, visto que em caso de sinistro, que seriam as ocorrências relativas à segurança, as empresas estão arcando com as responsabilidades sozinhas.

A falta da participação de um gestor de segurança na elaboração dos editais e no levantamento das necessidades é outro problema sério enfrentado pelas empresas. “Hoje os órgãos lançam edital estabelecendo quantitativos que a gente não sabe de onde veio. Simplesmente eles soltam um edital e a gente participa”, conta.

Segundo o dirigente da Sindesp-DF, Brasília possui 68 empresas de segurança pública e privada sendo que, dessas, 32 são filiadas a esse sindicato.Vigilantes x recepcionistas No Sindicato dos Vigilantes do DF, o presidente Jervalino Rodrigues Bispo contesta o desvio de função e, pelo contrário, afirma que muitos recepcionistas hoje vêm assumindo funções que seriam de exercício dos vigilantes. “Vários órgãos estão fazendo o seguinte: tirando os vigilantes, que são qualificados para fazer segurança no local, e colocando recepcionistas, onde a função do recepcionista é a mesma do vigilante e a recepcionista não está qualificada para fazer aquele trabalho. A gente vem brigando e está com essa demanda”, observa o dirigente.Sobre as denúncias de desvio de funções, Jervalino considera muito difícil isso acontecer tendo em vista que a orientação do sindicato é de que os vigilantes não têm nenhuma obrigação de fazer outra função no local além da sua, e são, inclusive, proibidos disso. No entanto, o sindicalista afirma que as funções do vigilante depende do local em que ele está alocado. “Se for um serviço de portaria de verificar a entrada e saída, isso está correto. Agora se for num local de fazer segurança, ele não pode fazer outra coisa. Tem local em que o vigilante fica ali para manter a ordem de entrada e saída, e ele tem que identificar a pessoa e para ele identificar ele precisa saber quem entrou e que horas entrou”.Nos hospitais, Jervalino admite que é mais difícil conter a possibilidade de um vigilante desviar de função. “Ali acontece sempre porque às vezes o doente chega e não tem ninguém para receber e o vigilante está ali solidário com aquela pessoa e acaba prestando alguma assistência para não deixar aquela pessoa morrer ali fora”, explica. Apesar de o sindicato compreender a posição do vigilante e buscar meio de protegê-los nesses casos, a orientação dada é de que os vigilantes não façam isso. “A gente sempre diz: evite sair do seu posto. Mas você sabe como é ser humano, procura sempre uma forma de aliviar o sofrimento do outro. Mas a gente orienta para ter cuidado nessa hora de trabalho”, destaca.O presidente do Sindesv-DF concorda que é necessário que a empresa contratada tenha um plano de segurança para o órgão, assim saberá com maior efetividade quantas pessoas são suficientes para fazer a segurança naquele local e quais as necessidades da segurança ali. “Contratar o vigilante para um local onde a pessoa que está contratando não sabe nem para que e nem porque, é em vão o serviço e acontece demais. Às vezes tem um local perigoso que tem que colocar cinco ou seis vigilantes, mas eles contratam somente um”, argumenta.O deputado distrital Chico Vigilante (PT) acredita que não há desvio de funções dos vigilantes nos órgãos públicos. Para ele, o que acontece é uma colaboração no atendimento aos usuários. Para o parlamentar, é perfeitamente natural ao vigilante ter que proceder cadastro de entrada e saída de pessoas, pois isso faz parte da função do vigilante que consiste, entre outras coisas, de observar, saber quem vai entrar e quem sai.

Veja também a matérias –  Ser um vigilante prestativo ou ostensivo? e Vigilantes e relação com os clientes.



Fonte:www.viaseg.com.br

SEGURANÇA EM EVENTOS – FALTA QUALIFICAÇÃO RECONHECIDA PELA POLÍCIA FEDERAL

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 16/06/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
SEGURANÇA PRIVADA 

Sem curso específico homologado pela Polícia Federal, o segmento amarga elevada de mão de obra informal e improvisada.


Se a presença da informalidade é um fantasma que assombra o segmento de segurança em eventos, existe uma lacuna considerável também no meio legalizado. Hoje, para exercer a atividade, o profissional precisa apenas possuir a formação convencional de vigilante. Aqueles que quiserem ir além, podem recorrer no máximo a cursos de extensão no campo da escolta armada e da segurança pessoal. A Polícia Federal não tem homologada nos seus arquivos uma extensão direcionada exclusivamente ao trabalho em eventos. “Faz-se necessária uma medida nesse sentido, até pela quantidade e crescimento do mercado de segurança de eventos”, diz Marco Suhai, e completa: “A especialização é positiva, inclusive porque a segurança empresarial, num ambiente corporativo, se diferencia totalmente da segurança num evento”.


Uma qualificação com foco no setor de eventos e lazer foi criada em 2003 e colocada em prática já no ano seguinte, pela Escola Técnica de Segurança (ETESE), de Joinville (SC / BRASIL). O treinamento abrange disciplinas como técnicas e relações humanas, técnicas operacionais em eventos, além de noções de defesa pessoal e condução de detidos.
Vale lembrar que este tipo de curso não é reconhecido pela Polícia Federal, mas qualifica o profissional para trabalhar e proceder em casos de prestação de serviços de eventos.


A seguir, um dos profissionais que desenvolveu o curso, o consultor em segurança privada José Eduardo Correa Ferreira, conta mais detalhes sobre a empreitada – aparentemente inédita no país. Informações adicionais podem ser obtidas no site http://www.etese.com.br.


Jseg – O que falta ao profissional com formação apenas de vigilante, no momento em que exerce a atividade de segurança em eventos?
J.E.C.F. – A formação básica dá a condição ao profissional de fazer a segurança privada naquilo que está dentro da portaria. Ou seja, vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal. Num ambiente de evento, há uma modificação de status sobre o que se pensa de segurança. São realizações promovidas de acordo com uma personalidade específica de público. O comportamento das pessoas pode extravasar, pode haver incômodo de vizinhança, de outras convicções políticas, sociais. O agente de segurança precisa saber quais são as tolerâncias admissíveis e que não existiriam num posto estático, precisa ter a capacidade de absorver mudanças de comportamento do público. A idéia é que o evento tenha uma continuidade, o expectador não saia frustrado, não se sinta constrangido, possa extravasar dentro de um limite de direitos. É isso que procuramos transmitir no curso.


Jseg – Como surgiu a proposta desta habilitação?
J.E.C.F. – Joinville é uma cidade eminentemente de eventos, existe demanda local. Um cliente surgiu com essa necessidade, nós ampliamos a idéia inicial que era de focar apenas os “primeiros-socorros em eventos”. Tivemos que desenvolver toda a programação, já que não conseguimos encontrar nada a respeito, nenhuma informação ou projeto paralelo.


Jseg – Acredita que existe demanda para uma homologação, por parte da Polícia Federal, dessa extensão em segurança de eventos?
J.E.C.F. – A maior preocupação é justamente essa. Experiências como a nossa são bem aceitas no mercado, o empresário gosta da iniciativa, mas como não é uma qualificação obrigatória, acaba preferindo fazer outros cursos. A homologação permitiria que o conceito dessa especialização se espalhasse por todos os cantos. Todo o segmento seria beneficiado.


Fonte: Jornal da Segurança nº 158 – Outubro 2007 – páginas 18 a 20

COMO CONTRATAR UM SERVIÇO DE VIGILÂNCIA DENTRO DA LEI

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 19/03/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
SEGURANÇA PRIVADA
“Segurança é que nem futebol.” Todo mundo acha que entende””. A frase de Hugo Tizaka, diretor  executivo da National Security  Academy (NSA Brasil), empresa  especializada em consultoria de segurança, resume o que geralmente acontece quando síndicos e moradores resolvem contratar uma empresa do ramo. Por falta de informações ou de recursos, não é raro encontrar condomínios ou áreas residenciais que recorrem a serviços de firmas clandestinas, o que pode gerar transtornos e aumentar o risco de acidentes.
“Quando o assunto é segurança, há muitas questões envolvidas, inclusive técnicas. O problema é que os moradores acham que podem cuidar do assunto sozinhos””, afirma Tizaka.
Segundo a Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp-RJ), órgão da Polícia Federal, 185 empresas clandestinas foram identificadas e fechadas na cidade durante operação realizada no mês passado. Já o Sindicato das Empresas Privadas do Rio (Sindesp-RJ) informa que, para cada um vigilante legalizado, existem três ilegais.
Para se proteger, o primeiro passo é saber o que diz a lei federal 7.102/83 e suas portarias, que estabelecem normas para o funcionamento de empresas particulares de vigilância. Ou recorrer ao Sindesp-RJ para tirar dúvidas e pedir orientações.
“O sindicato tem meios para informar ao morador não só o tamanho de uma empresa, mas também dizer se ela é legal. É necessário que a firma tenha certificado de funcionamento da Polícia Federal, renovável a cada ano””, avisa o vice-presidente Alfredo Soares.
Os vigilantes, por sua vez, não podem ter antecedentes criminais ou estar envolvidos em processos judiciais. O treinamento que recebem também é um ponto importante: na legislação, consta que eles devem passar por processos de reciclagem a cada dois anos, em escolas específicas de formação.
“A carga horária do curso, que tem cerca de 40 disciplinas, é de 160 horas. Além de manejar uma arma, o profissional aprende noções de primeiros socorros, análise de risco e gerenciamento de crises, entre outros temas. É mais complexo do que as pessoas imaginam”, conta Helder Andrade, sócio-diretor da Forbin, escola com 17 anos de experiência no mercado.
ARMAS, SÓ DENTRO DE PROPREDADE PRIVADA – A lei diz ainda que os vigilantes só podem circular armados se estiverem dentro de pro¬priedades privadas. O uso de armamento em logradouro público é proibido, inclusive em ruas fechadas com cancelas pela prefeitura.
“Não importa se os moradores conseguiram autorização para fechar uma rua e caracterizá-la como condomínio. A via continua sendo pública e ninguém pode ser impedido de entrar, mesmo que haja cancela. Diante disso, a lei entende que é crime usar armas nesses locais”, esclarece o delegado Luiz Sérgio Góes, chefe da Delesp-RJ.
Especialistas também alertam para outra questão: a atuação de policiais militares como seguranças em condomínios. A dupla jornada, além de proibida por lei, é classificada como transgressão disciplinar no estatuto da corporação, que preza como dever do policial a dedicação integral ao serviço.
“O servidor público não pode ter outra fonte de renda. Esse desrespeito pode acarretar problemas jurídicos para quem contrata o serviço”, avisa Tizaka.
Ao menos é o que prevê dois estatutos criados recentemente para unificar a regulamentação das atividades de segurança privada no país. O primeiro, proposto em outubro de 2007 pelo deputado federal William Woo (PSDB/SP), tramita na Câmara dos Deputados. O segundo, elaborado em 20 de maio deste ano pela Polícia Federal, acaba de ser entregue ao Ministério da Justiça. Mesmo sem previsão de aprovação, os documentos já causam expectativa entre associações e empresas do ramo, que apontam, como uma de suas principais contribuições, a criminalização de condutas antes indiferentes na esfera penal.
Contratar serviços ilegais de segurança, armada ou não, passará a ser crime, com pena de seis meses a dois anos de detenção, mais multa. Já a penalidade para o desempenho de atividades de segurança privada sem autorização ou em desacordo com a lei pode chegar a oito anos de reclusão, com aumento da níetade do tempo, caso o envolvido seja policial, militar, guarda municipal ou metropolitano.
“Hoje, a pena para quem organiza uma empresa ilegal se restringe só ao fechamento administrativo da empresa!, explica Tatiana Cadiz, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (Abseg).
Apesar de tantos detalhes, Raimundo Castro, consultor de segurança do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), garante que contratar uma empresa confiável de segurança é simples. Basta buscar, garante, boas referências no mercado e entre os síndicos:
–  Procurar empresas de consultoria sem amarras comerciais e capacitadas para fazer análise de risco também é um bom caminho.
Foi atrás de boas indicações que a administração do Atlântico Sul, na Barra, contratou a Vise, com 37 anos de experiência em segurança. São 38 vigilantes protegendo seis blocos e 430 apartamentos.
–  Alguns estão aqui há 15 anos. Já estabelecemos uma relação de amizade e confiança, o que é fundamental – conta o síndico-geral Ronaldo Carvalho.
Avanço tecnológico não diminui a importância da mão-de-obra 
ATUAÇÃO DE VIGILANTES CONTRIBUI PARA EFICÁCIA DE SISTEMAS ELETRÔNICOS - A expectativa da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) é que o mercado de tecnologia da segurança cresça 14% este ano, fechando dezembro com um faturamento de US$ 1,6 bilhão. Apesar disso, garantem especialistas, a figura do vigia ainda é indispensável. “Se o condomínio só tiver equipamentos ou homens, ele será frágil. O risco de uma invasão só cai quando ambos funcionam de forma integrada”, afirma Jorge Lordellp, consultor em segurança.
Para Raimundo Castro, do Secovi Rio, não importa o quanto a tecnologia tenha avançado: ela não substitui o vigilante. “O máximo que pode acontecer é uma redução do efetivo”, ressalta o especialista.
Hugo Tizaka, da NSA Brasil, vai mais além. De acordo com o consultor, o fator humano é mais importante do que a infra-estrutura do condomínio e os equipamentos nele instalados, como sistema de câmeras e sensores infravermelho.
“Por ser mais dinâmico e de fácil adaptação a vários ambientes, o homem potencializa os outros elementos. No entanto, é primordial que todos colaborem, inclusive funcionários e moradores”, diz.
Higor Kuntze, coordenador operacional da empresa de segurança Gocil, empresa paulista com filial no Rio, concorda:
–  O comportamento e a capacidade de interpretação de diferentes situações, antes ou durante um evento, só pode ser realizada por uma pessoa. Já para Selma Migliori, presidente da Abese, dependendo de qual sistema de segurança for utilizado, ele pode até substituir a mão-de-obra. Mas o ideal é que um complemente o outro, de forma que a segurança eletrônica amplie a eficiência da humana:
–  Para ter certeza disso, a pessoa não pode instalar um sistema de forma aleatória. Cada imóvel possui uma particularidade e, portanto, uma necessidade específica. É muito importante que o consumidor tenha consciência da importância de realizar uma análise de risco.
NEGLIGÊNCIA GERA FALSA SENSAÇÃO DE SEGURANÇA – Para Andrea Macedo, superintendente da Embrase, empresa de segurança com 20 anos de atuação no mercado, infelizmente nem sempre isso acontece.
“Muitas vezes as administradoras de condomínios, com o apoio dos síndicos, visam apenas ao menor preço e acabam contratando empresas de portaria, ao invés de optarem por companhias especializadas que atuam com vigilantes treinados para prever e inibir assaltos”, lamenta Andrea.O resultado desse tipo de negligência, segundo Lordello especialista em segurança,  é o clássico “barato que sai caro”. Ou seja, uma falsa sensação de segurança: 
-  Boa parte dos prédios conta com pessoas que não têm nenhuma formação na área. Muitos não são, sequer, porteiros. Quando esse funcionário falta é comum o síndico pedir ao zelador ou ao rapaz da limpeza para ficar na portaria, o que é um erro grave. 
Ainda segundo o consultor, de uns anos para cá, entretanto, tem aumentado a conscientização, quando o assunto é contratar uma-empresa legalizada e confiável:
–  Os administradores estão percebendo, cada vez mais, que é melhor terceirizar esse tipo de serviço do  que deixar nas mãos de pessoas despreparadas.
Eu ASP Paulo Mello deixo um outro fato que  é o famoso guarda de rua, pessoas que tempo atrás faziam suas rondas com bicicletas e que  com o passar do tempo começaram a fazer suas rondas  de motocicletas nos bairros de grandes e pequenas cidades,infelizmente são  pessoas geralmente sem curso de formação de vigilantes, despreparadas,desempregadas e sem noção de segurança, micro empresas ou até mesmo serviço autônomos sem estrutura física de apoio em caso de arrombamento ou furto,  fornecendo as pessoas  um preço acessível em média por R$20,00 ou R$30,00 um serviço desqualificado e sem segurança, dando as pessoas invés de segurança    a verdadeira  insegurança, é como se diz uma frase ” Segurança é coisa séria”, não se brinca com segurança ou ela é estruturada ou não, este tipo de serviço está se acabando por conta própria, por causa que muitos não querem ou não tem condições de investimentos, o cliente quer segurança em todos os sentidos desde de  física das instalações como ressarcimento de prejuízos.
Lembre-se vigilância clandestina é crime, denuncie na Polícia Federal.
Fonte: O Globo

PREENCHIMENTO DO CARTÃO PONTO E USO DO CRACHÁ

Posted in SEGURANÇA PRIVADA on 30/01/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL



SEGURANÇA PRIVADA

Prezando pela qualidade de nossos processos e segurança dos colaboradores das empresas de segurança de diversos estados do Brasil o blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL ressalta a importância do preenchimento correto do cartão ponto e o uso do crachá. O cartão ponto deve ser preenchido diariamente, com caneta azul ou preta, jamais utilize outra cor de caneta ou lápis, o horário deve ser preenchido conforme orientação e procedimento legais. Ele não pode conter rasuras ou borrões, e nestes casos, deve ser solicitada a sua substituição junto ao supervisor ou inspetor de sua área. O preenchimento incorreto pode ocasionar problemas para a empresa perante os clientes e Ministério do Trabalho, além de transtornos para os colaboradores como, por exemplo, o NÃO pagamento de algum adicional ou descontos indevidos. Em caso de dúvidas, converse com o seu supervisor ou inspetor. O uso do crachá é essencial para os colaboradores da empresa prestadora de serviços, representando mais segurança, afinal, é possível identificar pessoas estranhas com maior facilidade nos locais de atuação dos serviços. Já para os profissionais de segurança os vigilantes, a identificação é obrigatória e indispensável, sujeito à multa a empresa em caso de descumprimento e o funcionário a sansões disciplinares. Seguir essas orientações é uma questão de profissionalismo e responsabilidade, fatores independentes das normas internas das empresas -clientes. Seja responsável e competente cumpra suas obrigações, não se esqueça do lema “Nós profissionais de segurança privada não queremos ser apenas qualificados e sim os melhores no que fazemos”. Bom trabalho.  
Veja mais sobre o assunto: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com/2010/06/cracha-havendo-regulamentacao-o-uso-e.html

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