Archive for the SEGURANÇA ELETRÔNICA Category

ENTENDA O QUE É CERCA ELÉTRICA?

Posted in SEGURANÇA ELETRÔNICA on 17/08/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

                                                      SEGURANÇA ELETRÔNICA

Cerca Eletrificada
Tem a função de repelir uma possível invasão pelos muros da propriedade. Não é nociva ao ser humano, por não possuir energia suficiente, pois seu choque é pulsativo, com efeito, inibitivo, porém o contato com o corpo humano é de extremo desagrado.  O alarme dispara quando há um rompimento ou aterramento dos fios que constituem a rede de proteção do sistema. O processo é o mesmo da cerca censurada. Ocorre que a voltagem é altíssima, na casa dos 8000 Volts e é acionada mediante fuga de corrente. Tendo em vista que funciona através de pulsos elétricos (intervalo mínimo de um segundo entre cada descarga elétrica), sua amperagem vai quase à zero, não ocasionando, assim, mal a saúde.

Quando instalada convenientemente por empresa idônea e seguindo as orientações do fabricante o pulso elétrico recebido pelo agressor, não tem o condão de levá-lo a morte e muito menos feri-lo.

O seu poder de dissuasão é grande, em razão do susto levado pelo invasor.

É uma forma de proteção bastante eficiente. O choque afugenta o intruso sem causar maiores danos e, se os fios forem cortados, o alarme será acionado.

Há dois tipos à disposição no mercado:

» Cercas monitoradas: Permitem a sua integração com uma central de alarme, que poderá estar ligada ou não externamente com uma empresa de segurança eletrônica. Além disso, poderá, quando tocada, acionar alarmes, luzes etc.

» Cercas não monitoradas: Possuem as mesmas características da anterior, porém não podem ser ligadas a uma central de alarme.

Algumas considerações devem ser feitas:

- A instalação da cerca eletrificada deve ocorrer em muros ou alambrados com mais de 2 metros, com placas sinalizadoras e não ter contato com vegetação.

- A cerca eletrificada deve ser instalada de forma perpendicular ou voltada para o interior da propriedade a ser protegida. Também, não se deve vergar a cerca, dentro dos limites da propriedade do vizinho ou rua.

- Apesar da legislação estadual e federal não proibir a utilização do sensor elétrico, é de bom alvitre consultar a legislação municipal a respeito, pois em algumas cidades ocorrem restrições de uso.

A cerca elétrica possui vários atrativos: baixo consumo de energia, maior resistência ao tempo, sendo um produto de total segurança, alta confiabilidade e baixo custo.

Legislação e Informações Sobre Cercas Elétricas

Utilizada amplamente na Europa e Estados unidos desde 1930, à cerca eletrificada ainda é pouco difundida no Brasil, principalmente pelo desconhecimento generalizado sobre suas aplicações e benefícios, facilidades de instalação e manutenção, baixo custo, além do falso conceito quanto ao eventual “Perigo” que ela possa representar.

Esclarecimentos Jurídicos

A instalação de cerca eletrificada não é proibida, pois se trata de um exercício regular de direito, O artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal dispõe que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei”.

A cerca eletrificada é chamada de ofendículo, meio pelo qual o proprietário de um bem coloca aparelhos para impedir e prevenir a invasão de sua propriedade. Não há regulamentação legal no âmbito federal para altura mínima, potência máxima, tipo de choque.

“Os artigos 572 e 588 do Código Civil preveem que “o proprietário pode levantar em seu terreno as construções que lhe aprouver, salvo o direito dos vizinhos e os regulamentos administrativos” e ainda” tem direito de cercar, murar, valar, ou tapar de qualquer modo seu prédio.”.

Cumpre analisar a responsabilidade pela eventual morte ou lesão corporal em razão do uso da cerca eletrificada. Destacam-se dois grupos:

a) invasor que pretende cometer ato ilícito (p.ex.: furto, roubo); e

b) outras pessoas (p.ex.: crianças brincando).

Alguns tribunais já entenderam que o proprietário do imóvel não pode ser responsabilizado pela morte ocorrida em função da descarga de cerca eletrificada. Porém, a maioria entende que o uso de fios elétricos não exclui o crime de homicídio ou lesão corporal, caracterizando-se verdadeira imprudência do proprietário do bem, que responde civil e criminalmente pelos danos causados. Assim, são imprescindíveis certas providências para evitar morte e ou lesão corporal de pessoas que adentrem lícita ou ilicitamente à propriedade, devendo obedecer a critérios razoáveis.

A cerca eletrificada pode ser utilizada desde que siga sério controle por parte da empresa responsável pela instalação do produto, uma vez que seus representantes legais podem ser acionados civil e criminalmente para responder pelos eventuais prejuízos e danos causados pela morte ou lesão corporal.

A única legislação encontrada sobre a matéria é a Lei nº. 8.200 de 23 de setembro de 1998, de Ribeirão Preto (SP). Apesar dessa lei só ter validade neste município, pode ser tomada como parâmetro nas instalações.

Dispõe o artigo 1º da Lei 8.200/98 que: “As empresas responsáveis pela instalação e manutenção da Cerca elétrica deverão adaptá-las a uma altura compatível (Mínimo 2.20 metros de altura), adequada a uma amperagem que não seja mortal, sendo que o local deverá possuir placas, contendo informações que alertem sobre o perigo iminente, em caso de contato humano.”.

“Parágrafo 2º: A instalação e a manutenção de “cerca elétrica” deverão ser realizadas por empresas com comprovada especialidade técnica.”

Algumas recomendações

• O equipamento não pode oferecer risco à integridade física dos usuários ou de quem venha a “tocar” nele por estar eletrificado.

• O choque provocado pela cerca é conhecido como choque moral, possui alta voltagem e baixa amperagem. É pulsativa. Não queima, não deixa marcas e não faz com que os animais e as pessoas que nela encostem ou segurem fiquem grudadas.

• Não existe atualmente no Brasil legislação que trate do assunto, quer seja proibindo ou autorizando a instalação de cercas eletrificadas em perímetro urbano.

• Existem várias normas sobre cerca elétrica na ABNT, porém como não há nenhum oficial, no Brasil as mais utilizadas são as editadas pelo Canadá e pelo IEC.

• Embora não exista legislação que trate do assunto, qualquer pessoa que receba o choque ou se sinta incomodada com a situação, pode entrar com uma ação judicial contra o imóvel que a instalou.

Para evitar problemas com ações judiciais, a ABESE recomenda seguir os padrões de orientação existente em outros países, assim como:

• Sinalizar devidamente o local (perímetro) a respeito da cerca e suas consequências.

• Informar todos os moradores, funcionários e a quem se faça necessário, que ocupem a área interna da cerca, de sua finalidade e periculosidade. Principalmente as crianças, certificando-se de sua compreensão.

• Informar vizinhos sobre a finalidade e a periculosidade da cerca.

• Desligar o equipamento antes de regar plantas próximas à cerca, fazer podas de árvores ou plantas (caso exista) e fazer manutenção do equipamento ou do muro.

• Utilizar sempre assistência técnica autorizada/credenciada.

• Não deixar que a vegetação, caso exista, venha a tocar a cerca.

ANÁLISE DE IMAGENS: CFTV APLICADO DE FORMA ATIVA.

Posted in SEGURANÇA ELETRÔNICA on 24/01/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL


SEGURANÇA PRIVADA ELETRÔNICA
Há mais de uma década, o mercado de segurança mergulhou na era digital e isso permitiu que gradativamente os sistemas evoluíssem a um patamar onde soluções inteligentes passaram a ser verdadeiras ferramentas para nossos profissionais.
O advento do CFTV digital foi um grande passo para o setor de tecnologia: gravação por movimento, transmissão de imagem via internet, armazenamento em mídias digitais, integração com sistemas de acesso e alarme são hoje características básicas que qualquer DVR ou placa de captura tem por obrigação oferecer. Essa foi a base para que novas tecnologias fossem desenvolvidas. As que nos interessam nesse artigo são os recursos dentro do que chamamos de Análise de Comportamento. O grande benefício prático com a utilização de softwares que permitem esses recursos é que o sistema deixa de ser uma aplicação passiva, onde as imagens são apenas armazenadas para buscas futuras e onde o operador é o responsável por monitorar as inúmeras telas sem que estas lhe deem qualquer aviso ou sinal de alarme. Em linhas gerais, novas opções de tecnologia de segurança analisam as variações de pixels na imagem digital e as comparam com as configurações ajustadas na implantação do projeto. Dessa forma novos recursos permitem contar pessoas, identificar a direção dos veículos numa via, detectar uma invasão, perceber tumultos e aglomerações de pessoas, identificar furtos de objetos ou mesmo perceber artefatos abandonados em locais de risco e, assim, através da análise das imagens é possível que todo o sistema seja de fato uma ferramenta ativa na central de monitoramento. O sucesso dessa implantação começa com um bom projeto adequado às necessidades do cliente. Uma vez que parâmetros de segurança da empresa ou condomínio estejam estabelecidos, o sistema vem de encontro com as necessidades do ambiente monitorado e passa a avisar o operador sempre que algo saia da normalidade. A partir daqui veremos alguns exemplos de forma mais detalhada de como esses recursos podem ser aplicados. Com a análise de comportamento, a imagem de uma câmera digitalizada pode servir como fonte para detecção de intrusão de um perímetro. Utilizando softwares específicos, traça-se uma linha na imagem de uma câmera estrategicamente posicionada que representa o perímetro protegido, assim qualquer movimentação que cruze a linha demarcada será o disparo de alarme de intrusão na central de monitoramento. Uma vez que o invasor é detectado, alguns sistemas possibilitam que câmeras móveis instaladas próximas passem a acompanhar automaticamente toda a movimentação, o que inclui perseguir o indivíduo até que saia do campo de visão da câmera. Funciona assim: qualquer movimento que ocupe a área previamente estabelecida, e cuja massa corresponda ao corpo humano (sensibilidade e área), é colocada dentro de uma marcação digital, como um box retangular em torno da pessoa, que servirá de coordenada para que a câmera móvel encontre o que estiver em movimento, e a partir daí passa perseguir a rota. A partir do mesmo princípio, sistemas para análise de imagens extraem outros parâmetros e informações. Imaginemos uma câmera posicionada para monitorar um fluxo intenso de veículos. Dessa vez, a marcação na imagem não se aplica para marcar um perímetro, mas uma referência para que o sistema identifique qual a direção do fluxo de veículos, chamando a central toda vez que alguém guiar um carro na contramão. Outro ponto interessante nesse recurso é que a sensibilidade da detecção de movimento permite distinguir um veículo de objetos menores, como pessoas, minimizando alarmes falsos. Ainda se tratando de controle de fluxo de automóveis, é possível identificar eventos de excesso de velocidade e contagem para controle de vagas de um estacionamento, bem como identificar os que estão parados em locais irregulares. Por falar em contagem, este é um recurso já bastante procurado por shopping centers e grandes lojas. Com uma câmera bem posicionada sobre os acessos, o sistema faz a contagem das pessoas que entram e saem. A central de monitoramento passa a ter a informação bastante precisa sobre o volume diário de pessoas no ambiente monitorado e, mais do que isso, a quantidade de pessoas em tempo real, uma boa opção para ambientes onde não é possível utilizar barreiras de controle de acesso (catracas ou torniquetes), como malls e hospitais. Pode-se até sair um pouco do aspecto da segurança e utilizar os dados de contagem de pessoas para preciosas informações aos departamentos de marketing, como verificar índices de conversão de venda ou mesmo identificar a necessidade de contratar mais profissionais de atendimento a clientes. Assim como no exemplo da detecção de intrusão, cada movimentação na imagem é imediatamente marcada com um box. Se duas ou mais pessoas aparecem simultaneamente na tela, cada uma é marcada com um Box para minimizar margens de erro de contagem caso as pessoas se cruzem na imagem. Além dessa marcação ao redor da pessoa detectada, uma linha digital na imagem deve estabelecer a referência para a contagem do fluxo. Sempre que essa linha for atravessada para um lado ou para outro, o sistema contabiliza entrada ou saída. Podemos imaginar outras situações com o mesmo recurso: saídas de emergência, por onde não é permitido entrar, ou corredores onde é permitido fluxo em apenas uma direção, seja uma saída de cinema após o horário de fechamento do shopping até um embarque ou desembarque no aeroporto. Em todas essas situações, o operador de monitoramento pode ser alertado ou, se integrado a um sistema de alarmes, um dispositivo pode ser automaticamente acionado. Tumultos e aglomerações de pessoas são detectados a partir de movimentações bruscas ou volumosas na imagem possibilitando a identificação imediata do evento. Outra aplicação bastante flexível é a detecção de permanência. Caso a mesma pessoa ou o mesmo objeto permaneça por muito tempo (ou o tempo definido na configuração do software), gera-se alarme. No caso de uma pessoa, não necessariamente precisa estar parada. Delimita-se uma área onde não é desejável que pessoas fiquem por muito tempo de modo a caracterizar uma ação suspeita e o sistema dispara um alarme para a central alertando que alguém está circulando em área de risco. Pode-se ir ainda mais longe com objetos. Como o sistema analisa a imagem digital, caso algum artefato seja colocado ou esquecido em local monitorado, o sistema identifica que algo que não pertence à imagem está estático e gera outro aviso à central. O artefato pode ser desde uma mala esquecida até um objeto efetivamente perigoso. Identifico algumas aplicações para os recursos citados nos dois últimos parágrafos, como bancos, estádios, aeroportos ou quaisquer ambientes que recebam alto fluxo de pessoas. A esse ponto podemos pensar que altos investimentos precisarão ser dispensados para a implantação de um projeto desse porte, ou pior, que todo o parque instalado deve ser substituído para que uma nova tecnologia seja implantada. Nos dois casos pensaríamos errado. A grande boa notícia é que já estão disponíveis sistemas que integram DVR e câmeras IP de fabricantes diferentes em uma única plataforma e uma única interface para que o operador não sinta o menor desconforto ao trabalhar com o sistema. Outras opções são aplicações paralelas sem integração direta com o sistema instalado que puxam as imagens dos loops dos gravadores digitais, nesse caso não é uma opção muito usual (afinal, é paralela), mas está no mercado como opção. De uma forma ou de outra, vale a pena estudar e considerar a implantação destes recursos, sobretudo aqueles que estão trabalhando novos projetos, pois otimiza as atividades na central de monitoramento e sem dúvida representa um investimento em segurança com retorno muito rápido e satisfatório.
Autor:  Rodrigo Baldin É pós-graduado em Política e Relações Internacionais, sócio da i-Seg Segurança Inteligente.

BIOMETRIA E FIBRA ÓTICA CHEGAM AO PORTO DE SANTOS POR R$ 1,5 MILHÃO

Posted in SEGURANÇA ELETRÔNICA on 07/11/2011 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
                                                       SEGURANÇA ELETRÔNICA 
São Paulo – Portões de acesso com leitura biométrica de mão e face combinada com cartões de identificação, junto de centenas de câmeras de segurança e quilômetros de redes de fibra ótica. Estes são alguns dos programas implementados pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) na modernização do Porto de Santos, ao levar adiante o plano de aplicar R$ 1,5 bilhão na infraestrutura do local até 2014.O maior porto da América Latina, que há dois meses via fila de 450 caminhões para liberar mais de 13 mil toneladas de açúcar, “não terá mais gargalos após a implementação desse projeto”, afirmou José Roberto Correia Serra, presidente da Codesp. O órgão trabalha com um horizonte de demanda para Santos de até 230 milhões de toneladas em 2024, e analisa um estudo estratégico para o complexo.
 
 Fonte:Jornal DCI – http://www.dci.com.br

PARCERIA MUDA O PARADIGMA EM CÂMERAS DE SEGURANÇA NO BRASIL

Posted in SEGURANÇA ELETRÔNICA on 07/11/2011 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL


SEGURANÇA ELETRÔNICA
A CLM, distribuidor de valor agregado, acaba de fechar parceria com a alemã MOBOTIX, líder mundial em sistemas de vídeo de alta resolução, padrão MxPEG. A empresa alemã mal desembarcou no Brasil e já promove o MOBOTIX National Partner Conference, que acontece em São Paulo, de 09 a 11 de novembro de 2011, e que terá a exposição MxExpo. Na ocasião, as revendas irão conhecer todos os lançamentos e soluções das câmeras MOBOTIX, que são reconhecidas mundialmente pela qualidade da imagem, sistema descentralizado e maior alcance, com angulações virtuais PTZ (Pan, Tilt e Zoon, e panorâmica de até 360º), sem movimento mecânico, o que reduz muito o número de câmeras necessárias e, portanto, os custos.
O Diretor de Produtos da CLM, Thomas Camargo, explica que o mercado precisava de soluções mais sofisticadas de proteção por vídeo, na medida em que crescem as ameaças, tanto externas, que vão de assaltos ou roubos até invasões e vandalismo, quanto internas, como furtos. “Há uma forte demanda para este tipo de dispositivo de segurança, que vem ao encontro de dois grandes gargalos do setor: imagem de alta qualidade, baixo consumo de banda e desempenho do servidor. A MOBOTIX consegui resolver esta equação”, acrescenta.
As webcâmeras MOBOTIX   contam com sistema de vídeo de alta resolução, que garante melhor detalhamento da imagem. Para se ter uma ideia, uma câmera MOBOTIX com 3,1 megapixels registra com detalhamento cerca de 30 vezes maior que o de uma câmera com tecnologia analógica. “Áreas críticas como bancos e repartições públicas e, mesmo o comércio de forma geral precisam sair da idade da pedra dos vídeos e garantir melhor detalhamento da imagem”, avalia Camargo. Um bom exemplo dessa qualidade pode ser visto pela internet:
Em setembro, uma webcâmera MOBOTIX, que funciona com energia solar, foi instalada na montanha Kala Patthar, de frente para o Monte Everest, no Himalaia, a 5.675 metros de altitude, transmitindo imagens em tempo real para cientistas que estudam os efeitos das mudanças climáticas e o aquecimento global. A camera MOBOTIX suporta temperaturas de até -30°C e usa conexão wireless para transmitir as imagens, das 6h ás 18h (horário do Nepal) para o laboratório do Ev-K2-CNR, situado a 5.050 metros de altitude.
Outra vantagem é o sistema descentralizado, que além de reduzir sensivelmente o volume de dispositivos de gravação, tem capacidade 10 vezes maior que as câmeras convencionais. Por exemplo, quatro pistas de um posto de gasolina podem ser registradas, substituindo quatro câmeras tradicionais e o zoom permite visualizar o número da placa de um carro. Além disso, o conceito descentralizado da MOBOTIX utiliza muito menos banda. Cada câmera integra um processador especializado de alta capacidade que faz as principais funções de gerenciamento de vídeo e avaliação, com um disco rígido de estado solido (cartão MicroSD) para gravação com duração de diversos dias.O Servidor (centro de controle de vídeo) serve apenas para simples visualização e controle das câmeras.
Fonte:Segs – http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=54762:parceria-muda-o-paradigma-em-cameras-de-seguranca-no-brasil&catid=48:cat-info-ti&Itemid=329

>SAMSUNG TECHWIN APRESENTA CÂMERAS PARA INSTITUIÇÕES

Posted in SEGURANÇA ELETRÔNICA on 17/06/2011 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

>


                                                          SEGURANÇA ELETRÔNICA

Câmeras Megapixel possuem recursos como zoom de 20 vezes, infravermelho e resistência a vandalismo.
A Samsung Techwin, fornecedora mundial de produtos para segurança eletrônica e vigilância que combinam desempenho superior e valor, participará do Ciab Febraban, Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, que acontece entre os dias 15 a 17 de junho, no Transamérica Expo Center. 
 A empresa apresentará lançamentos voltados para as instituições financeiras, incluindo uma câmera IP de 3 megapixels com resolução full HD, também disponível nas versões domo, domo embutido e modelo resistente a vandalismo para uso externo. Outras novidades da linha de megapixel da Samsung são as câmeras IP de 1.3 megapixel HD com zoom de 20x e a câmera IP de 1.3 megapixel HD à prova de intempéries e com infravermelho (IV) para visualização no escuro.  “O Ciab 2011 é uma grande oportunidade para demonstrarmos ao mercado financeiro os nossos modelos megapixel que combinam resolução superior com processamento de imagem melhor. Esse mercado está cada vez mais exigente, especialmente pela quantidade de ocorrências recentes aos caixas eletrônicos, e anseia pela alta tecnologia que a Samsung pode oferecer”, diz Pedro Duarte, vice-presidente da Samsung Techwin para América Latina.  No estande da empresa será possível conhecer câmeras de vídeo especiais para uso em salas de caixas-eletrônicos com funções de áudio bidirecional e capacidade de capturar imagens contraluz, além de câmeras megapixel para uso embarcado em caixas-eletrônicos com novos sistemas de compressão inteligentes de alto desempenho.As câmeras possuem recursos inteligentes de análise de vídeo embarcados que incluem mudanças de cenas, contagem de pessoas, entrada/saída e aparecimento/desaparecimento de objetos. As características híbridas que as tornam muito atrativas para uma transição do mundo analógico para o mundo IP. Será demonstrada também uma solução de videowall, além de soluções de gravação que atende uma ampla variedade de necessidades de vigilância por vídeo, como por exemplo, o NVR de 64 canais com alta qualidade e alto desempenho que é compatível com o Net-i Viewer Samsung Management Software e fornece integração direta com dispositivos Samsung Techwin Analógicos , IPs e dispositivos IPs de outros fabricantes. Para obter mais informações, visite www.samsung-security.com.

Sobre a Samsung Techwin 
 A Samsung Techwin é a fabricante dos produtos de CFTV da marca SAMSUNG e fornecedor líder de avançadas soluções de vigilância por vídeo para sistemas de vídeo IP, analógicos e híbridos. Com base no histórico de inovações da empresa, a Samsung é dedicada ao fornecimento de soluções de sistemas com os mais altos níveis de desempenho, confiabilidade e baixo custo. Como subsidiária de um Grupo internacional, a Samsung está comprometida com o desenvolvimento continuado de produtos para sistemas inovadores para aplicações de segurança profissional. Para maiores informações, acessewww.samsungsecurityusa.com.

>COMO FUNCIONA UM CFTV – Circuito Fechado de TV

Posted in SEGURANÇA ELETRÔNICA on 09/02/2011 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

>

 SEGURANÇA ELETRÔNICA

CIRCUITO FECHADO DE TV

A informática unida à alta tecnologia criou um sistema de Gravação Digital de Vídeo,
conhecido com DVR, e inovou a tecnologia de CFTV , ao trazer mais credibilidade e segurança no armazenamento de imagens em formato digital, que é superior na qualidade e na facilidade de uso. Esse sistema digital veio para substituir o uso da gravação analógica, que utiliza fitas de VHS e um dos maiores problemas com essas fitas analógicas é 
a forma da procura de imagens.
Num DVR, essa procura se tornou muito mais fácil, possibilitando a pesquisa por câmera, data e hora, tudo isso sem interromper a gravação. Já no sistema analógico esse processo é muito trabalhoso pelo fato de ter que parar a gravação para poder rever as imagens gravadas. 
No DVR as imagens gravadas, podem ser exportadas nas extensões, AVI e MPEG-4 e gravadas em CD ou DVD, mantendo a integridade do vídeo por um período muito maior do que toda a fita analógica. 
Vale ressaltar que esses sistemas digitais de gravação criados para melhorar os circuitos fechados de TV, estão sempre em constantemente desenvolvimento. 

PLACAS DE CAPTURA

Com o sistema de DVR, a placa de captura é instalada em um computador com a
possibilidade de 1 até 32 cameras com possibilidades de diversas variações. Nesse sistema é possível apenas monitorar as imagens, gravar continuamente, somente quando houver movimento no local e também é possível gravar através de programação.


CAMARAS E MINI-CÂMERAS
Podem ser utilizadas em ambientes com iluminação total e com pouca luz. Podem ser instaladas diretamente nos locais ou montadas com proteção contra vandalismo e em caixas a prova de água. 
Existe uma variedade enorme de câmeras e lentes que podem ser montadas de acordo com o tamanho do ambiente, conforme a iluminação e com o que se pretende monitorar, variando a distancia de foco do objeto.
A THM também fornece mini-câmeras que podem ser montadas em locais ou dispositivos que ninguém consiga perceber ou visualizar sua presença. São as chamadas câmeras PIN HOLE.
Fornecemos câmeras com lentes varifocais que podem ser alterada a distancia e foco através de equipamentos de controle a distancia.


CÂMERAS PROFISSIONAL





CERCA ELÉTRICA – ELETRIFICADOR COM CONTROLE REMOTO
 Kit composto por central eletrônica, sirene, hastes de alumínio e cabos. Ideal para instalação sobre muros e gradis acima de 2,00m. Inibe tentativa de invasores. Consiste em uma cerca com quatro filamentos de fios ligados a uma central de choque.
A cerca elétrica tem um efeito inibidor psicológico. É constituída por fios de aço inox de alto brilho, fixados por hastes de alumínio com isoladores. Estes fios quando rompidos ou tocados provocam o disparo da sirene. Como fator inibidor este sistema provoca um o pulso de alta tensão (entre 8.000 e 11.000 Volts dependendo do modelo do aparelho) porém de baixíssima amperagem (0,002A).
O choque é do tipo pulsativo aplicado a cada 1,2 segundos e dura apenas um milésimo de segundo, isso faz com que a descarga elétrica dê uma sensação muito desagradável no invasor. O mesmo não corre risco de vida e não é fatal. Isso torna a cerca elétrica o sistema de proteção perimetral mais adequado e muito eficiente.



















HASTES DE ALUMÍNIO
As hastes comercializadas atualmente pela THM, são de puro alumínio com uma altura de 85mm x 25mm de largura x 4 mm de espessura e montadas com 4 isoladores fabricados com materiais compostos de silicone e com proteção UV, proporcionando uma melhor isolação e uma maior durabilidade do produto.


ROLDANAS COM PROTEÇÃO UV

Roldana para cerca elétrica:um item que é usado para a passagem e fixação dos fios de aço inox e é montada em uma haste de alumínio, geralmente 4 unidades por haste. É um isolador fabricado com materiais compostos de silicone e com proteção UV, que proporciona uma melhor isolação e uma maior durabilidade do produto.


>COMO FUNCIONA UMA CENTRAL DE ALARME E SEUS ACESSÓRIOS .

Posted in SEGURANÇA ELETRÔNICA on 08/02/2011 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

>


SEGURANÇA ELETRÔNICA

Nos dias atuais sabemos que muros e grades já não são mais sinônimos de segurança, e com o avanço da violência, empresas de segurança privada preocupado  cada vez mais em levar segurança para a família, e o local onde moramos viram a necessidade e a constante procura por segurança eletrônica e através deste blog vamos trazer algumas informações sobre os vários modelos e funcionalidades das Centrais de Alarme.
Existem no mercado vários modelos e marcas de Centrais de Alarme, todas elas possuem a mesma finalidade que é proteger o local onde a mesma está instalada. Começaremos então falando sobre os itens que compõe uma Central de Alarme e o que ela pode oferecer ao consumidor.

CENTRAL DE ALARME:
Em sua maioria a Central de Alarme é composta pela Central propriamente dita que é como se fosse sua base, também são necessários os sensores que são os responsáveis pela identificação de uma possível invasão, a sirene que fará o trabalho de alerta sonoro no caso de uma invasão, os controles que servirão para a ativação e desativação da Central de Alarme e por fim a discadora que tem a responsabilidade de fazer a comunicação do disparo do alarme com os fones cadastrados para receber a ligação no caso de uma invasão. Há, não podemos nos esquecer da alimentação da Central de Alarme que é feita através de uma bateria selada de 12v/7 na maioria dos fabricantes, mas este item na maioria das vezes não acompanha a Central de Alarmes.

SETORES:

As Centrais de Alarme são compostas em sua maioria de dois a oito setores, sendo que cada setor corresponde a um local a ser monitorado, podendo ser colocado em cada setor um numero indeterminado de sensores seja eles sensores de parede com fio ou sem fio e também sensores de porta ou janela (que veremos detalhes a seguir). Ou seja, se você quiser utilizar uma Central de Alarme na sua residência e a mesma possui uma sala, uma cozinha, dois quartos e um banheiro você irá precisar de uma Central de Alarme com cinco setores isso se você quiser cobrir todos os cômodos da residência, cada local será identificado na painel da Central de alarmes por zonas perímetral.
SENSORES:
Como mencionado acima as Centrais de Alarme precisam de sensores que podem ser os convencionais com fio ou sem fio e também existem os sensores de portas e janelas que seguem os mesmos padrões dos convencionais podendo ser com fio ou sem fio. A diferença entre eles é somente a questão da praticidade de instalação, que no caso dos sensores sem fio não é necessário ao instalador a passagem dos fios pela parede, e também a questão do preço que no caso dos sensores com fios é um pouco mais barato, mas sendo assim é preciso ser avaliado a necessidade de cada ambiente verificando qual a melhor opção de sensores para acompanhar a Central de Alarme a ser utilizada.

SIRENE:
A sirene é um acessório fundamental para o bom funcionamento da Central de Alarme, ela normalmente é bitonal o que significa que possui dois tipos de sons, normalmente consome em torno de 0,3 A e trabalha tem a intensidade de som em torno de 120 db, em sua maioria são nas cores preta e branca, mas todos esses detalhes não interferem na parte funcional de sua Central de Alarme.

CONTROLES:
O controle é um acessório fundamental para o funcionamento de sua Central de Alarme, normalmente ele acompanha a Central de Alarme, mas em caso de perder ou até mesmo ter estragado o seu controle ele também é encontrado a venda separadamente. Ele possui normalmente uma bateria 12v, e funciona na frequência de 433 Mhz.

DISCADORA:
Responsável pela comunicação da Central de Alarme e o usuário, a discadora pode armazenar até nove números de telefone com vinte e dois dígitos cada um, sendo assim no caso do dispara do alarme da Central o fone cadastrado recebe uma ligação de aviso.

SENSOR BARREIRA
Com funcionamento igual ao sensor de infravermelho, ele tem sua aplicação em proteção perimetral. Montado geralmente em cima de muros, funcionando como uma barreira, substituindo a conhecida “cerca elétrica”.

DETECTOR DE FUMAÇA
Utilizado para proteção de áreas suscetíveis a incêndios, como bibliotecas, livrarias, áreas com estocagem de produtos inflamáveis.

SENSOR INFRAVERMELHO

Este sensor funciona pela detecção digital de movimento, que podem ser avaliada por tamanho e peso.
Essa detecção é feita através de infravermelho e/ou através de microondas.



MONITORAMENTO VIA RÁDIO 




Sistema de Monitoramento
Torne a sua vida muito mais tranqüila, seja na sua casa, empresa ou escritório
A THM possui um completo sistema de monitoramento de alarmes 24 horas por dia, com uma nova geração 

de transmissão digital de dados através de transmissores via rádio com tecnologia de ultima geração, 

tornando muito mais confiável, mais completo e versátil.

A THM possui uma equipe técnica especializada, com viaturas de apoio 24 horas. Sempre que a Central de

Monitoramento da THM detectar o acionamento do alarme, será feito um contato com o cliente.

Se não ocorrer uma das situações abaixo, uma unidade de atendimento será enviada até o local para 

averiguação e serão tomadas todas as providencias necessárias.

Situações:

- Não conseguir contato com o local. 

- Se durante o atendimento o cliente não fornecer  a senha correta constante no cadastro. 

- Ou se a pessoa não constar do cadastro


FILTRO DE LINHA
Usado geralmente para eliminar ruídos na linha telefônica. Isso ocorre quando a Central de alarme e o acesso à internet usam a mesma linha telefônica.

SENSOR MAGNÉTICO
Dispositivo instalado em portas e janelas que pode ser de sobrepor e de embutir. Utilizado para acionar o alarme em caso de abertura de janelas ou portas. A THM também disponibiliza um micro sensor montado dentro da fechadura, e a um pequeno toque na maçaneta, ocorre um disparo. Isto pode evitar que uma porta seja danificada numa eventual tentativa de invasão.


.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 140 outros seguidores