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ESCUDOS E CABINES BLINDADAS UTILIZADA NA SEGURANÇA PRIVADA.

Posted in MATERIAL DE APOIO on 12/02/2013 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

Nós profissionais de segurança temos
como objetivo sempre a preservação e integridade físicas das pessoas e
patrimônios, sendo que  na maioria das
vezes  quando não estamos em rondas
ostensivas a pé ou motorizada  temos que
ficar em postos fixos, geralmente trata-se de uma portaria de visitantes,
portaria de carga e descarga,  guarita
próximos de cercas perimetrais ou escudo bancário, tudo elaborado através de um
plano de segurança, que irá sempre visar a melhor visualização do local vigiado
bem como da qualidade do serviço prestado, lembrando-se sempre da  integridade física e psicológica do
profissional, evitando assim que o mesmo fique exposto as intempéries do tempo
e desprotegido de uma possível ação criminosa.
Preocupada na segurança desses profissionais
temos no mercado hoje uma empresa especializada na fabricação de escudos e
cabinas para vigilância com proteção à prova de balas, blindagens para
edifícios, tesourarias, casas lotéricas, indústrias e similares, a mais
conhecida empresa e que está a mais de 20 anos no mercado é a Blindada.
Abaixo veremos alguns dos produtos
fabricados por esta conceituada empresa e que geralmente vemos em agências
bancárias, indústrias e comércio.




 
ESCUDO COM COSTADO REVESTIDO COM FIBRA

Fabricado em
dupla chapa de aço alta resistência, composto por duas partes frontal e costado
formando uma proteção de 360º sobre base de elevação que acopla cofre de guarda
de armas, revestido com capa de fibra de vidro proporcionando melhor acabamento
e maior capacidade de absorção de projéteis no anti-ricochete. Acompanha
banqueta estofada com regulagem de altura e apoio para os pés.

 

ESCUDO COM COSTADO

Fabricado em
dupla chapa de aço alta resistência, composto por duas partes frontal e
costado, formando uma proteção de 360º sobre base de elevação que acopla cofre
de guarda de armas tendo acabamento com primmer anti-ferrugem e demãos de
esmalte sintético na cor solicitada. Acompanha banqueta estofada com regulagem
de altura e apoio para os pés.

 

ESCUDO STANDARD

Fabricado em
dupla chapa de aço alta resistência, composto por base de elevação de 400 mm
com cofre (guarda arma) acoplado e proteção frontal. Acompanha banqueta
estofada com regulagem de altura e apoio para os pés, além de piso
emborrachado.


 

ESCUDO STANDARD (CILÍNDRICO)

Fabricado em
dupla chapa de aço alta resistência, composto por base de elevação de 200 mm e
proteção frontal. Acompanha banqueta estofada com regulagem de altura e apoio
para os pés, além de piso emborrachado.

CABINE BLINDADA CILÍNDRICA

Fabricada em
dupla de aço alta resistência, sistema desmontável, com 2100 mm altura,
diâmetro externo de 1200 mm, visores com onze vidros blindados de segurança,
seteiras permitindo ângulo de tiro de 360º, porta lateral com fechadura e trava
de segurança. Montagem modular com isolamento termo acústico e piso interno
emborrachado.

Acabamento
em duas opções:

1º com
primmer anti- ferrugem com demãos de esmalte sintético na cor solicitada;


revestimento externo em aço inoxidável polido ou escovado. Acessórios: poltrona
giratória com regulagem de altura, ventilador, exaustor com cúpula externa, luz
fria e mesa de apoio. Modelo com opção de elevação na altura desejada, com base
de sustentação, escada marinheiro e chapéu tipo chinês para áreas externas.

 

 
CABINE BLINDADA QUADRADA

Fabricada em
dupla de aço alta resistência, sistema desmontável, com módulos de 1200 mm por
1200 mm e 2100 mm de altura, visores com quatro vidros blindados de segurança,
seteiras permitindo ângulo de tiro de 360º, porta lateral com fechadura e trava
de segurança. Montagem modular com isolamento termo acústico e piso interno
emborrachado.

Acabamento
em duas opções:

1º com
primmer anti-ferrugem com demãos de esmalte sintético na cor solicitada;


revestimento externo em aço inoxidável polido ou escovado. Acessórios: poltrona
giratória com regulagem de altura, ventilador, exaustor com cúpula externa, luz
fria e mesa de apoio. Modelo com opção de elevação na altura desejada, com base
de sustentação, escada marinheiro e chapéu tipo chinês para áreas externas.

 

 
CABINE BLINDADA GUICHÊ DE ATENDIMENTO

Fabricada em
dupla de aço alta resistência, sistema desmontável, perfilada nas medidas de
um, dois ou três guichês de atendimento, caixilhos com vidros blindados de 600
mm x 600 mm, porta lateral com fechadura e trava de segurança, mesa acoplada
para atendente com vão de passagem de documentos e notas que proporcionam
segurança, mesa/balcão de apoio ao cliente atendido, piso emborrachado, dotada
de exaustor com cúpula, arandela com luz fria, poltrona giratória com regulagem
de altura, acabamento com primmer anti-ferrugem e demãos de esmalte sintético
na cor solicitada.

 
CABINE DE FIBRA

Cabine
quadrada fabricada em fibra de vidro com 1m x 1m x 2,10 m de altura, com chapéu
chinês, porta traseira e três janelas tipo guilhotina para atendimento.
Acabamento com gel primmer e demãos de tinta poliéster na cor solicitada.
Acompanha poltrona giratória com regulagem de altura, arandela com luz fria e
mesa de apoio, devido ao baixo custo financeiro é a mais utilizada nas empresas que prestam segurança privada ou orgânica.

BLINDAGEM UMA NECESSIDADE REAL.

Posted in MATERIAL DE APOIO on 24/01/2012 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
MATERIAL DE APOIO
A cada dia que amanhece mais carros blindados de todos os tipos saem às ruas. Transportam executivos, autoridades, comerciantes e celebridades de todas as tribos. Uma grande dúvida persiste: Essas pessoas estão mesmo protegidas?
Blindar um veículo de passeio não custa barato e requer tecnologia e mão de obra especializada, além de modificações na estrutura do veículo. Cada parte do carro requer atenção cuidadosa: partes opacas, transparentes e pneus. Na lataria, e demais partes opacas, como o interior do veículo, colunas, retrovisores, maçanetas e teto, são usados aço balístico e mantas de fibra de aramida (Kevlar ou Twaron) com acabamento especial vulcanizado moldado e afixado. Nas partes transparentes, usam-se lâminas de vidro (21 mm no Nível IIIA), polímeros e policarbonato que transformam os vidros em material balístico extremamente resistente e preserva o necessário grau de transparência, sem distorção ótica. Esses vidros possuem uma película interna plástica que protegem os ocupantes de possíveis estilhaços. E para fazer o fechamento total do ‘cockpit’ e garantir máxima proteção recebem reforços (overlaps, para recobrimento de qualquer emenda), com aço balístico e sistema antirruído (ex.: 304L de 3,0mm que tem uma alta concentração de níquel) nas colunas de vidro e extremidades das portas. Cintas de aço, fixadas suplementarmente nas partes internas das rodas, que permitem seguir caminho, mesmo com os pneus furados até 10 km. Blindados são usados em campos de batalhas, inicialmente para explorar posições inimigas e levar tropas para o ambiente hostil. E fora deste cenário de Guerra, para que servem? Servem para atender pessoas preocupadas com a sua segurança pessoal e de sua família e principalmente manter do lado de fora, disparos de projéteis de armas de fogo. Esse cuidado especial que pode custar, além do valor do carro, mais R$ 60.000,00 dependendo do modelo, ano e levando-se em conta que esse veículo precisa de um motor com grande potência, para suportar alterações de peso, que faz muita diferença no desgaste das partes mecânicas e pode chegar a 200 kg e manter a dirigibilidade e conforto. É importante desmontar por completo a parte interna e iniciar a instalação da blindagem. A escolha dos materiais e sua espessura dependerão do nível de proteção desejada, que vai do permitido (níveis I, II, IIA e IIIA) ao restrito (níveis III e IV). Está mais do que claro que a qualidade neste setor garante não haver surpresas em seu objetivo: Proteção Balística. Um desafio impar e cada vez maior para a indústria de blindagem brasileira. A cada Nível de blindagem está vinculada uma quantidade de energia associada ao impacto do projétil, que depende do peso da massa, velocidade, tipo e calibre do projétil a que devem resistir. Amostras de materiais balísticos (vidro, aço, manta ou cerâmica) são testadas em conformidade com a NBR 15000 (ANDB/ABNT/EB/ Abrablin). As Blindadoras devem possuir matéria prima homologada e mão de obra gabaritada, além de possuir Certificado de Registro emitido pelo Exército Brasileiro e um anexo que descreve suas aplicações e quantidade máxima autorizada. Caso a sua opção seja comprar um carro já blindado e depois de ter a certeza que a Blindadora possui toda a documentação necessária para comercializar tal produto, exija uma ida a Oficina. É importante que esse local seja aberto a sua visitação e que lá você encontre limpeza, organização e funcionários devidamente trajados, transparência faz parte do negócio. Ao receber o seu veículo, em média 30 dias após o início da tarefa, além de toda a documentação discriminando o serviço executado e documentação legal, deve a loja fornecer um ‘novo’ manual com informações técnicas e instruções de uso e manutenção veicular especializada principalmente para amortecedores, molas e sistemas de freios. É normal e comercialmente recomendada à blindagem de nível IIIA, que acompanha garantia de três a cinco anos e antes de retirar o carro faça um test-drive e verifique a existência de ruídos que pode denunciar peças soltas e mal colocadas, e atenção milimétrica para borrachas de vedação para evitar futuras infiltrações.
Autor: Cassio Holanda É Instrutor de Tiro, Consultor e Gestor de Segurança.

O APITO E SUA IMPORTÂNCIA !

Posted in MATERIAL DE APOIO on 06/10/2011 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL
 MATERIAL DE APOIO
Nesta matéria iremos ver a importância do apito no serviço de segurança e muitas outras áreas em que o apito é primordial para o bom desempenho de suas funções, quando pegamos o nosso uniforme no almoxarifado da empresa recebemos além do cinturão de guarnição completo o famoso apito com cordão e muitas das vezes não entendemos quando iremos utilizar e para que serve, na verdade ele é de grande valia no serviço de segurança, vejamos uma situação em que o vigilante ou guarda tem que avisar alguém longe de que algo está errado ou adverti-lo, para que o profissional de segurança não fique gritando no meio da rua ou pátio usamos o famoso apito que além de ser a maneira mais rápida e eficiente de aviso mostra sua presença no local.
O apito é um instrumento de sopro utilizado tanto para música, sinalização desportiva e de trânsito como também para sinalização de emergência, muito usado na área de segurança privada e pública por agentes de segurança. O som é produzido pela vibração do ar ao passar por uma aresta. Era tradicionalmente feito de madeira, mas hoje se usam apitos feitos de metais como o bronze. Alguns apitos têm buracos nos lados que são cobertos com os dedos para produzir diferentes tons. O executante pode controlar ainda a duração e a intensidade do som.
Na música, é utilizado principalmente no samba. O apito é usado tanto para tocar padrões rítmicos assim como para anunciar uma nova seção, o começo, ou o final de uma música. Em uma escola de samba o mestre de bateria é o responsável por esses sinais. Para ele, o apito – juntamente com o repenique – funciona como a batuta de um mestre de ópera. O apito é capaz de produzir sons fortes e fracos, longos e curtos, abertos e fechados, e todos são usados para adicionar variedade e cores aos padrões tocados. Ele também pode tocar um padrão repetitivo que funciona como parte do conjunto do grupo rítmico. 
Por seu grande volume sonoro, o apito pode ser usado em diversas outras funções de sinalização. Os guardas de trânsito podem utilizá-los para controlar o tráfego em cruzamentos. Também podem ser usados em ferrovias, navios e ambientes industriais ruidosos como forma de sinalização de segurança a longa distância.
Em situações de emergência o apito pode ser utilizado para chamar a atenção da equipe de resgate ou do grupo de pessoas que estão na excursão ou até mesmo pelo policial ou guarda para advertência de algo ilícito.  Em coletes salva-vidas de embarcações náuticas é comum ter um apito fixado em uma área do colete de fácil acesso.
Outro uso é na marcação e sinalização de faltas e erros ou para autorizar o início de jogadas em esportes de quadra ou de campo (Handebol, Voleibol, Futebol, Futsal, etc.). A duração, a altura e o número de silvos indicam e sinalizam as falhas.
Existem ainda apitos capazes de imitar o canto de diversos pássaros. Em geral são chamados depios e são utilizados para atrair pássaros para observação ou em caça.
Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O USO CORRETO DE RÁDIO HT SEUS ACESSÓRIOS E DICAS DE OBTER O MÁXIMO DA BATERIA.

Posted in MATERIAL DE APOIO on 23/01/2011 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

MATERIAL DE APOIO 


 Rádio Transmissor Portátil – Rádio HT (Hand-Talk = rádio de mão)
No ramo de segurança privada e pública o uso de rádios HT é um grande aliado do profissional de segurança, sendo um dos principais material de apoio que auxiliam na comunicação rápida e eficaz.
Os rádios inter-comunicadores portáteis realizam comunicação entre pessoas de maneira rápida e segura através de ondas magnéticas. Nas áreas de segurança privada, pública e orgânica, condomínio, empresa os funcionários e moradores ligados à segurança podem portar Radio T que oferece comunicação “instantânea ao toque de um botão” chamado de PTT ou Mike, com uma pessoa ou grupo. Para melhor utilização do Radio HT é importante que os usuários aprendam o “Código Fonético Internacional” e o “Código “Q”, o mais usado e certo para comunicação. 

Veremos á seguir na matéria como utilizar o Rádio Transmissor de forma correta e segura:

  1. Falar clara e pausadamente;
  2. Transmitir apenas o necessário referente ao assunto, evite assuntos do cotidiano no rádio, sendo que qualquer tipo de brincadeira é proibido e motivo de sanções disciplinares e punições;
  3. Não interromper comunicação de outro operador com outro;
  4. Estar atento e atender prontamente as chamadas;
  5. Usar o Código Fonético Internacional e o Código Q nas conversas, evite conversa formal;
  6. Manter a disciplina na rede.

As empresas que alugam e fornecem o serviço de comunicação via rádio tem um aparelho que consegue detectar o ID – Identificação do aparelho de rádio que está falando e recebendo para que assim as empresas de segurança privada ou pública possam  descobrir quem está usando o rádio indevidamente com brincadeiras, podendo assim tomar as devidas providências e punições  ao operador daquele rádio, vale lembrar também que todas as conversas via rádio seja do serviço de segurança pública, orgânica ou privada são monitorados pela ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações órgão responsável e fiscalizador das telecomunicações no Brasil o qual constatando irregularidades no uso destes aparelhos por parte dos operadores pagam multas.

Vamos agora dar algumas dicas de como manter o melhor desempenho de suas baterias de rádio HT, por se tratar de uma marca pioneira de rádios mais usada pelas empresas de segurança privada, segurança pública e orgânica as dicas abaixo se refere a uma determinada marca de rádios à MOTOROLA, mas não que não seja de utilidade para outras marcas de rádios HT, o que realmente interessa é há utilização correta destes rádios para obter assim um melhor desempenho de comunicação e durabilidade de seu aparelho, vamos conferir e por em prática no nosso cotidiano.


Fonte:http:// tudosobresegurança.com.br
Matéria:Dr.Jorge Lordello – Del. Polícia S/P – Pesquisador criminal.
Modificações da matéria: ASP Paulo Mello – Líder de Segurança

DICAS PARA OBTER O MÁXIMO DESEMPENHO E UMA VIDA ÚTIL MAIS LONGA PARA A SUA BATERIA:

1. Carregue sua bateria nova durante a noite antes de utilizá-la por primeira vez. Este procedimento de Inicialização permitirá que você obtenha a capacidade máxima da bateria. 
a. Níquel Cádmio ou Níquel Metal Hidreto: de 14 a 16 horas. 
b. Íons de Lítio/Polímero: devem permanecer no carregador por um período adicional de 1 a 2 horas após a luz de o carregador tornar se verde.

2. O carregador impres Motorola, quando estiver com baterias impres Motorola novas, acenderá um LED amarelo indicando um ciclo de calibração. Não remova a bateria do carregador até que o processo de calibração esteja finalizado e a bateria esteja totalmente carregada, quando então o carregador acenderá um LED verde.

3. A fim de minimizar a perda de capacidade e a redução do ciclo de vida, as baterias novas NÃO INICIALIZADAS devem ser armazenadas em locais bem ventilados, frios e secos. Nessas condições, as baterias podem ser armazenadas pelos seguintes períodos: 
a. Níquel Cádmio até 2 anos. 
b. Níquel Metal Hidreto até 18 meses. 
c. Íons de Lítio/Polímero até 18 meses.

4. Se baterias usadas não forem utilizadas por períodos prolongados (superiores há 30 dias), elas devem ser descarregadas em cerca de 50% de sua capacidade antes do armazenamento em local frio e seco.

5. Baterias que tenham sido armazenadas por mais de dois meses devem ser completamente descarregadas e recarregadas pelos seguintes períodos: 
a. Níquel Cádmio ou Níquel Metal Hidreto: de 14 a 16 horas. 
b. Íons de Lítio/Polímero: devem permanecer no carregador por um 
período adicional de 1 a 2 horas após a luz do carregador tornar 
se verde.

6. Quando usar um carregador rápido Motorola, deixe a bateria no carregador por um período adicional de 1 a 2 horas após a luz verde aparecer. (Isso se aplica somente a baterias não Impres)

7. Não deixe seu rádio e baterias totalmente carregada no carregador quando não estiver carregando. A carga contínua poderá encurtar a vida da bateria. (Não use o carregador como base para o rádio.).
8.Somente carregue a bateria quando ela precisar. Se ela não estiver completamente descarregada, não a recarregue. Sugerimos que tenha uma bateria sobressalente. Essa é a solução mais econômica para usuários que precisam do rádio em operação por períodos mais longos.

9. Não recoloque baterias, que não são impres e que já estejam totalmente carregadas, no carregador para obter “carga extra”. Isso reduzirá significativamente o ciclo de vida da bateria. Ciclos curtos e repetidos de carga das baterias que não são impres podem encurtar a vida das mesmas. Não use o carregador como base de rádio para baterias não impres.

10. Estabilize as baterias à temperatura ambiente (22°C) antes de carregá-las. Carregando abaixo de 4°C e acima de 40º você reduzirá o ciclo de vida de sua bateria.



Esses cuidados simples o ajudarão a proteger suas baterias contra temperaturas extremas de carga e a aumentar o desempenho e a vida útil delas. 


ACESSÓRIOS PARA RÁDIO HT:

Capas de Couro – Clip com Mola 
                                 
As Capas de Couro ou Estojos de Couro protegem seu Radio Motorola, e garantem uma maior limpeza do mesmo. Evitam quedas e impáctos que possam chegar a danificar seu equipamento. A Tiradio disponibiliza modelos com clip para cinto incorporado, alça tiracolo, ou correias ajustáveis. Também para uso em rádio com teclado DTMF, existem modelos de capa com a frente em nylon transparente (tipo cristal).

Capa de couro



Garante maior proteção e limpeza ao seu Radio Motorola. 

Clip com mola para cinto 

Clip com Mola para Cinto. Rapidez e Conforto ao usar seu rádio.

Capa de couro fechada



Garante maior proteção e limpeza ao seu Radio Motorola

Capa de couro para teclado DTMF

Garante maior proteção e limpeza ao seu Radio Motorola. Protege o teclado DTMF

Fone e Microfone de Radio
Para aperfeiçoar o funcionamento de seus rádios, contamos com uma ampla gama de Fone com Microfone Motorola que lhe permitiram suprir cada uma de suas necessidades de comunicação. Os Acessórios Originais Motorola são desenvolvidos cuidando de cada detalhe, para assegurar efetividade e durabilidade.


Microfone com falante remoto para HT


Microfone com alto-falante remoto para rádio portátil, com cordão espiralado e clip com mola para fixação. Permite que o usuário se comunique sem remover o rádio portátil do cinto.  Possui um botão PTT e um clip para prender o microfone à roupa.

Fone com microfone e PTT para Talkabout

 O Fone com Microfone  e chave de PTT,  é ideal para ouvir e falar de forma sigilosa sem que outros escutem suas mensagens, e com a facilidade de não precisar tocar no radio, já que o mesmo possue também a chave queaciona o PTT do radio para transmitir as mensagens. 


Fone com microfone e chave PTT


Outro fone com Microfone  e chave de PTT,  é ideal para ouvir e falar de forma sigilosa sem que outros escutem suas mensagens, e com a facilidade de não precisar tocar no radio, já que o mesmo possue também a chave que acciona o PTT do radio para transmitir as mensagens.

Microfone de mão

O Microfone de Mão é usado em Estação Móvel ou Fixa.

Fone de cabeça leve com microfone

Fone de cabeça leve com microfone de braço giratório e PTT em linha. Fones de cabeça leves permitem alta clareza, liberdade de movimentos e uma forma discreta de manter comunicações bidirecionais, com a vantagem adicional do conforto do uso prolongado em áreas de ruído moderado.

Fone de cabeça leve com microfone

Fone de cabeça de peso médio com fone de cabeça duplo para colocar atrás da cabeça. Fones de cabeça de peso médio oferecem grande nível de qualidade / clareza do som com a proteção necessária para permitir uma comunicação bidirecional uniforme e clara. Para situações de níveis de ruído alto.
Ver mais matéria no Blog nos marcadores sobre código Q.


O USO DE DETECTORES DE METAIS E SUAS FUNÇÕES

Posted in MATERIAL DE APOIO on 14/07/2010 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

MATERIAL DE APOIO:
Os detectores de metais, utilizam campos eletromagnéticos para realizar a detecção de metais, ferrosos e até mesmo os não ferrosos. Tais equipamentos geralmente possuem ajustes de níveis de sensibilidade, para determinar o volume de metal a ser detectado e alguns possuem até mesmo a capacidade de selecionar o tipo do metal.
Entre as principais aplicações dos detectores de metais, estão as de uso bélico, pelas forças armadas, para detecção de minas, tubulações e outros. Os detectores de metais ainda são utilizados em aeroportos, para controle do fluxo de metais, em eventos onde há um grande número de pessoas, em casas de câmbio, entidades bancárias, casas de shows, etc.
Todas as aplicações dos detectores, nos locais anteriormente citados, referem-se ao controle de uso de armas de fogo, e até mesmo armas brancas. As penitenciárias, como não poderia deixar de ser, utilizam o equipamento com níveis de sensibilidade elevados para filtrar objetos metálicos ou com partes metálicas. Este ato previne a entrada de objetos não permitidos em tais ambientes. Neste caso os detectores utilizados têm a capacidade de detecção de metais até mesmo em cavidade corpórea e a partir de dimensões muito reduzidas.
TIPOS DE DETECTORES DE METAIS:
As categorias para os detectores de metais são dadas a partir das aplicações destes equipamentos (separador de metais, segurança em aeroportos) ou pela forma em que são usados (manuais, industriais).
Por exemplo, “detector de metais portátil”, pode ser do tipo utilizado para revista pessoal, onde o manipulador do aparelho rastreia manualmente o corpo de outro indivíduo, ou então para prospecção de objetos metálicos no subsolo ou na superfície.
Detectores para análise do subsolo, ou superfície ainda podem ter a variação de detectores para submersão, utilizados em pesquisas subaquáticas. Estes equipamentos são também muito utilizados na arqueologia.

DETECTORES INDÚSTRIAS:
Detector de metais para indústria alimentícia, acoplado a uma esteira transportadora
São os equipamentos utilizados na indústria para prevenção de acidentes ou controle de qualidade. Estes aparelhos são utilizados com freqüência em linhas de produção da indústria alimentícia, onde têm a importante função de localizar pequenas partículas metálicas que possam estar contaminando os alimentos.
Outros setores que se beneficiam do uso dos detectores industriais são: farmacêutico, petroquímico, extrativista, têxtil, empresas ligadas ao setor primário, etc.
Os detectores de metais de uso industrial, têm papel importante no processo produtivo das empresas, geralmente são acoplados a esteiras transportadoras e acionam alarmes visuais e sonoros quando detectam partículas metálicas, além de interromperem o funcionamento da esteira e até acionarem rechassadores automáticos do produto contaminado.

DETECTORES TIPO PÓRTICO – porta giratória

Um detector de metais em modelo pórtico, muito utilizado em aeroportos e locais de segurança com grande fluxo de pessoas
Os detectores de metais do tipo pórtico, são equipamentos formados por duas antenas e um gabinete central de processamento. As duas antenas, que são as laterais do pórtico compartilham um campo eletromagnético de baixa freqüência sendo uma lateral transmissora e outra a receptora. Este campo eletromagnético formado no interior do pórtico funciona como uma malha invisível que ao ser rompida por objetos metálicos, avisa o processador do equipamento, que por sua vez emite sinais sonoros e ou lluminosos.
São comumente utilizados em conjunto com portas giratórias, torniquetes e outros meios físicos de controle de acesso. Desta forma, quando ocorre uma detecção, o detector de metais emite um sinal de relé que é interpretado pelo mecanismo da porta que aciona o travamento da mesma
Um detector de metais em modelo pórtico, muito utilizado em aeroportos e locais de segurança com grande fluxo de pessoas
Os detectores de metais do tipo pórtico, são equipamentos formados por duas antenas e um gabinete central de processamento. As duas antenas, que são as laterais do pórtico compartilham um campo eletromagnético de baixa freqüência sendo uma lateral transmissora e outra a receptora. Este campo eletromagnético formado no interior do pórtico funciona como uma malha invisível que ao ser rompida por objetos metálicos, avisa o processador do equipamento, que por sua vez emite sinais sonoros e ou lluminosos.
São comumente utilizados em conjunto com portas giratórias, torniquetes e outros meios físicos de controle de acesso. Desta forma, quando ocorre uma detecção, o detector de metais emite um sinal de relé que é interpretado pelo mecanismo da porta que aciona o travamento da mesma
.
Em outra matéria iremos ver a polêmica da porta giratória e uma reportagem do programa Fantáastico da emissora Rede Globo acusando o despreparo dos profissionais de segurança nas agência financeiras em questão do aparelho.
Participe das enquetes do blog e caso queira deixe seu comentário abaixo sobre está matéria, sua participação é muito importante, obrigado pela visita.

Fonte: www.wikipedia.org.br
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

POR DENTRO DO COLETES À PROVA DE BALAS

Posted in MATERIAL DE APOIO on 16/06/2010 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

COLETES E CAPAS BALÍSTICAS

MATERIAL DE APOIO
Há três anos no Brasil o colete balístico passou a ser considerado um EPI- Equipamento de Proteção Individual e garantindo por lei aos vigilantes que utilizam arma de fogo em serviço. Alguns nem imaginam trabalhando sem, mas será que todos sabem como funciona esses sistema de proteção?
Desde os primórdios, o ser humano busca criar mecanismo que o proteja de seus inimigos. O primeiro equipamento a ser utilizado com essa finalidade, provavelmente tenha sido o escudo, peça que remota o período das cavernas e que ainda é utilizada em situação de combate. Os atuais coletes balísticos também descendem de estruturas construídas na antiquidade: as armaduras medievais. Estas eram usadas por soldados, principalmente em batalhas onde havia o enfrentamento corporal com espadas, facas, porretes e até a catapulta que lançava pedras maiores no território inimigo.
Os componentes das primeiras armaduras baseavam-se de capacetes e blusas elaboradas de minúsculas correntes metálicas, conhecidas como malhas. Estas foram sendo aperfeiçoadas até atingirem uma espessura considerável, capaz de deter as armas, cada vez mais sofisticadas. Entretanto, o peso desses equipamentos, elaborado de ferro, bronze e cobre, chegava a alcançar 50 Kg, levando ao esgotamento do guerreiro e fazendo com que ele permanecesse praticamente imóvel na maior parte do tempo. Além disso, o advento das flechas de pontas triangulares ou quadrangulares, capazes de penetrar facilmente essa camada protetora, fez com que as armaduras caíssem em desuso, já que os tornava alvos fáceis dos arqueiros.
No decorrer dos séculos, o homem continou a buscar acessórios de proteção mais eficazes. Mas no período em que novos sistemas de disparo foram criados, inclusive com a manipulação da pólvora branca, esse conceito de segurança individual foi relativamente desconsiderado. O processo só foi retomado, anos após as 1º e 2º Guerra Mundial, quando, praticamente, dava-se o ínicio da Guerra da Coréia. Foi então que ressurgiu a idéia da armadura, mas desta vez, aperfeiçoada a partir do emprego de novos aços, ligas metálicas e fibras plásticas que podiam deter projéteis de baixa velocidade. Nesse período, também foram inventadas as chamadas “flak jackets” ou “flak vests” pesados jaquetões que possuíam como matéria prima o nylon balístico. Esse acessório protegia o soldado dos estilhaços de granadas e fragmentos de metralhadoras. E mesmo que não fosse capaz de evitar efeitos mortais provocados por armas automáticas disparadas à pequena e média distância, constatou-se que o uso da “ flack jackets” reduziu consideravelmente o número de baixas durante a Guerra do Vietnã. No entanto, com o avanço da indústria bélica, novas armas mais potentes e com maior capacidade de fogo foram criadas, fazendo-se necessário equipamentos de proteção ainda mais sofisticados.
Os atuais modelos de colete à prova de balas, são mais leves e mais discretos e seu destino não se restringe apenas aos militares. É muito comum empresários serem adeptos ao uso desse artifício para se protegerem das ações dos criminosos, além, obviamente, dos policiais e dos vigilantes que são profissionais em constante exposição ao perigo e, portanto, o uso é obrigatório durante o serviço.
O MATERIAL
Mas esse gama de usuários só pode existir graças a um material que revolucionou a confecção dos coletes balísticos: a aramida. Esta fibra sintética, que provém do petroléo, foi desenvolvida no final da década de 60 pela empresa de Ciências Dupont, que anos depois relançou o produto sob a marca Kevlar.
Apesar de, já exostirem outros materiais para a elaboração dos coletes, como por exemplo, o polietieno, a aramida é o grande referencial nesse tipo de confecção. Ela possui grande capacidade de manter a estabilidade em altas temperaturas, chegando à 400º sem sofrer variações, além da surpreendente flexibilidade química. As características da aramida são decorrentes da sua nobre estrutura molecular que possibilita o desenvolvimento de um produto de alto módulo, baixo alongamento e, sobretudo, de grande resistência ao impacto, chegando a sedr cinco vezes mais resistente que o aço por unidade de peso e duas vezes mais que o vidro. Esse material é também muito aproveitado na fabricação de cintos de segurança, cordas, construções náuticas e aeronáuticas, na construção de alguns modelos de raquetes e principalmente no desenvolvimento de equipamentos de segurança, como o colete à prova de balas . O Kevlar, inclusive, foi utilizado no revestimento dos pneus do carro que levou o presidente do Estados Unidos, Barack Obama, no desfile de posse, no ínicio do ano de 2009. A fibra também é empregada na confecção de jaquetas resistentes a facadas e demais perfuro-cortantes.
No caso específico do colete à prova de balas, são feitas várias camadas da aramida, entrelaçadas umas às outras, para que acolham a bala, achatando sua ponta e distribuindo e a força de impacto por todo o tecido até que esta seja paralisada sem atingir o corpo do indivíduo.
O número de camadas determina o nível de proteção do colete que poder ir de um a quatro, de acordo com as normas criadas pelo National Institute of Justice – NIJ, apresentadas através de um tabela com padrões aceitos mundialmente para a produção do material. Os vigilantes, por exemplo, utilizam coletes fabricados ao nível IIA, e alguns casos, como o daqueles que trabalham na segurança de transporte de valores, o equipamento destinado pode ser o de nível II, capaz de parar projéteis de 357 magnum e de pistolas de 9 mm disparadas a curta distância.
Para certas ocasiões, em que se prevê enfrentar armamentos dos mais pesados, é possível atingir um grau ainda mais elevado de proteção, reforçando o colete com placas rígidas de cerâmica especialmente resistente, ou até mesmo formada por camadas a mais da aramida, chegando a um número mínimo de 178 sobreposições. Entretanto, o uso desse apetrecho é restrito às forças de tarefa especiais e militares, não sendo permitido o uso para a categoria dos profisssionais da segurança privada.
No entanto, todos os coletes balísticos , seguem a uma mesma norma quando trata da deformação máxima que um determinado projétil, disparado a uma certa velocidade, pode causar no indivíduo atingido:44mm. Esse parâmetro assegura que o trauma causado pela munição não venha oferecer riscos de danificar algum orgão vital.
Para que o colete à prova de bala desempenhe corretamente sua função é necessário ficar atento a algumas observações, como por exemplo o tamanho desse equipamento. “E precisa obedecer a constituição física do usuário, pois se for muito pequeno deixará exposto a área do abdômen, além de apenas proteger parcialmente a caixa torácica da pessoa”, explica Paulo Roberto Maia Cortes , proprietário da Stopower umas das principais empresas que confeccionam esse tipo de material aqui no estado do Paraná – Brasil. O colete balístico deverá fazer, preferencialmente a cobertura desses áreas, já que a grande parte dos orgãos de suma importância estão localizados nela. Segundo o Cortes, as mulheres também necessitam de uma confecção direcionada, pois esses quesitos devem atender a anatomia do corpo feminino, que é estruturamente menor.
Seu ajuste ao corpo é outro aspecto relevante, já que, frouxo, o colete torna-se incomodo e, apertado em demasia, pode dificultar a respiração e com isso retardar os reflexos. Mas há um item, de extrema importância, e que muitas vezes passa despercebido pelos adeptos ao uso do colete balístico: o prazo de validade. Entre os fabricantes do colete, há uma certa variação da indicação do período de validade, mas a recomendação do Guia de Seleção e Aplicação de Coletes à Prova de Bala NIJ 100-01 é de 5 anos, no entanto há coletes que ultrapassam a casa dos 8 anos. Na verdade, esse prazo está relacionado com o cuidado que se tem com o produto, pois o mau uso certamente vai diminuir a capacidade de proteção, podendo até anular sua função protetora, por isso, recomenda-se que, a cada 3 anos, sejam feitos testes com o colete, devendo a instituição ou a empresa, enviar uma mostra de cada série de coletes para que se faça uma análise desse material. Esse tipo de ação deve ser tomada principalmente no segmento da segurança privada, onde os profissionais acabam por fazer o rodízio deste equipamento, ação altamente prejudicial ao material e que pode ocasionar danos às fibras do colete. Além disso, a capa que reveste o acessório precisa ter ampla impermeabilidade, pois a umidade também é um agente danificador do material, e cada pessoa tem um suor diferente, por este motivo a capa deve ser individual.
O armazenamento é outro aspecto relevante, pois é um dos principais redutores do tempo de vida útil do colete, que jamais deve ter a parte interna, onde estão contidas as fibras, mergulhadas na água ou expostas ao calor excessivo.
Vale lembrar ainda, que os coletes que já foram alvejados ou que sofreram algum tipo de perfuração, não devem ser mais usados. É necessário que o fabricante avalie os estragos internos para possíveis reparações ou ratificar a inutilização plena do equipamento, o que é mais comum acontecer.
RECICLAGEM

Uma novidade para o setor é que esses coletes que já não podem ser mais usados para a proteção, agora poderão ser reciclados. Esse processo barateia os custos, pois não há o desperdício de material e de quebra contribui com a natureza, que não vai absorver esse montante de resíduos. O aproveitamento será a partir da extração da aramida para produção de polpas de Kevlar. A empresa Dupont, pioneira no reaproveitamento desse tipo de material, afirma que a principal aplicação das polpas será na indústria automotiva, mais especificamento na fabricação de pastilhas de freio. O Kevlar irá substituir o amianto, melhorando o coeficiente de fricção e reduzindo o desgaste do material.
CUIDADOS E ARMAZENAMENTO
Armazenamento:
- Os coletes, quando não utilizados, devem ser preferencialmente pendurados com o auxílio de um cabide, a fim de evitar rugas e deformações em seus painéis, podendo causar perda de proteção;
- Nunca devem ser deixados sobre os bancos da viatura, expostos diretamente ao sol ou em lugares muito úmidos
- Não estique em excesso as correias de velcro, pois isto retirará a sua capacidade de estiramento
- Nunca ser guardado enquanto está úmido em conseqüência de uma lavagem ou da transpiração, a fim de evitar o aparecimento de mofo
Lavagem:
Os fabricantes não só permitem como recomendam que as capas dos coletes sejam lavadas periodicamente, à mão e em água morna, aguardando que sequem à sombra, completamente, antes de serem recolocadas nos painéis.Inspeção visualOs painéis devem ser inspecionados visualmente objetivando identificar qualquer ofensa a sua integridade, não devendo ser utilizados aqueles já atingidos por projéteis antes de prévio contato com o fabricante para que seja providenciado o devido reparo.
RECOMENDAÇÕES

Nenhum tipo de objeto rígido deve ser utilizado por baixo do colete, como jóias, canetas metálicas, crucifixos, etc., pois estes, quando atrás da área do impacto, podem transformar-se em projéteis secundários quando impactados pelos projéteis ditos primários, penetrando no corpo do usuário e causando-lhe sérias lesões. Outro aspecto importante é o correto ajuste do colete ao corpo. Se estiver demasiadamente frouxo torna-se incômodo; se apertado demasiadamente sobre seu peito pode restringir a provisão de ar em seus pulmões e, caso seu corpo não prover oxigênio para o cérebro e músculos durante tensão, simplesmente você perderá grande parte dos reflexos e da velocidade, tão necessárias nos confrontos armados. O ideal é seja mantida uma distância de dois dedos entre seu corpo e o colete, de forma que haja um espaço para o resfriamento do corpo.O tamanho do colete também deve merecer atenção, devendo ser conforme a compleição física do usuário. pois sendo muito grande escavará na garganta quando você sentar-se, ou se demasiado pequeno, não oferecerá a cobertura necessária para o baixo abdômen e não cobrirá as laterais da caixa toráxica corretamente. O colete deve proteger preferencialmente o tórax em detrimento do abdômen, logicamente em razão da localização dos principais órgãos vitais do corpo humano naquele.
Colete Multi Ameaça marca CBC – armas de fogo e objetos cortantes.

Sempre acompanhando as necessidades dos usuários e o desenvolvimento tecnológico mundial, a empresa CBC desenvolveu um colete, único no mundo em sua classe, o Colete Multi Ameaça CBC, que oferece, alem da proteção balística convencional, proteção adicional contra ataques com armas ou objetos perfurantes pontiagudos, coletes antigos era vulnerável a artefatos perfurantes.
Embora já existam no mercado mundial coletes que oferecem proteção contra instrumentos perfurantes ou até mesmo cortantes, nenhum deles oferece proteção simultânea contra disparos de armas de fogo, por isso destinado especificamente a dar proteção às agentes de presídios e outros estabelecimentos correcionais ou até mesmo as policiais de rua, em países onde o uso de armas de fogo por delinqüentes não é habitual. Todavia, existem particularidades, e em nosso país, é bastante freqüente o emprego de armas de fogo por
parte dos criminosos, além de ser comum a introdução dessas armas em estabelecimentos correcionais.
Colte Balístico é uma qualidade conquistada por alguns produtos (coletes), de proteger os seus usuários de disparos feitos por armas de fogo de determinados calibres. O Colete a prova de balas ou colete balístico são artefatos militares ou policiais e que protegem os utilizadores contra projeteis ou destroços militares. O que nem todo cidadão repara, é que o “à prova” deste termo é tão eficiente quanto o “à prova d’água” de certos relógios, ou seja, “À PROVA” NÃO É IMUNE´´. Portanto nunca provoque o cara dizendo “atire aqui no meu peito”, quando o agressor disparar, e verificar o uso da proteção certamente ele não cometerá o mesmo erro novamente. Existem vários tipos de material usado, irei dissertar sobre estes na qualidade de colete, também existem vários níveis de proteção, veja na tabela abaixo:

Fonte: Revista Vigilante em Foco e CBC.
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

DICAS DE COMO CUIDAR DO SEU CALÇADO

Posted in MATERIAL DE APOIO on 13/05/2010 by SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL

HIDRATAÇÃO
Se você expõe couro a intempéries (sol, poeira), ele tende a se desidratar e ir rachando, criando uma aparência descuidada e envelhecida. Para hidratar seu coturno ou sapato (de couro!), uma vez ao mês lustre-o com lustra móveis de boa qualidade. Aqui no sul são chamados de lustra-móveis aqueles produtos, geralmente oleosos, usados para polir móveis de madeira. Esses produtos também costumam criar uma camada protetora sobre a superfície onde são aplicados, ajudando a protegê-la. É possível encontrá-los em versão sem perfume. Para aplicar o lustra móveis, utilize um pano comum, preferencialmente uma flanela, que esteja limpo. Dê um descanso de dois dias para o seu calçado.
GRAXA
Depois disso, você pode aplicar a graxa, que é fundamental. Você vai precisar de a) uma latinha de graxa preta; b)uma escova de dentes MACIA; c)uma escova de cerdas macias para lustrar sapatos, do tipo que você encontra em sapatarias mesmo.
Certifique-se de que o coturno ou sapato esteja LIMPO e SECO; a graxa só pode ser passada no mínimo DOIS DIAS após a hidratação que ensinamos no tópico anterior.
Use a escova de dentes para tirar UM POUCO da graxa e passá-la sobre o couro.O coturno ficou fosco? Não se desespere! Com a escova de cerdas macias, aquela que você comprou com o sapateiro do bairro, faça movimentos rápidos e constantes de escovação em todo o exterior do sapato, quase como se estivesse varrendo com a escova. Faça isso até seu coturno criar algum brilho.
Engraxe seu coturno ou sapato no mínimo duas vezes ao mês para mantê-lo conservado ou sempre que houver necessidade, a saber: uso constante (que destrói qualquer sapato mesmo) ou quando for molhado. Mas lembre-se de NUNCA engraxá-lo molhado.
Caso você queira dar um brilho mais intenso em seu coturno ou sapato, poderá fazer o famoso “ QUEIMA VELA´´ que seria engraxar o coturno ou sapato com todos os procedimentos e antes de lustrar você passa uma vela acesa em torno de todo o calçado a uma distância de aproximadamente 10 cm o qual você notará que a graxa irá derreter e fixar novamente fixa no calçado, logo após este procedimento lustrar com a escova e passar uma flanela macia que é muito bom para lustre, dica faça este procedimento a cada 15 dias, NÃO se recomenda fazer todos os dias pois o couro racha vinda assim a danificar o calçado.
VINIL/VERNIZ
Por não serem tecidos convencionais e terem um acabamento plástico, vinil e verniz não podem ser lavados. Para limpar utilize um pano umedecido apenas em água. Guarde seu coturno ou sapato de vinil/verniz sempre dentro de um saco de TNT (fácil de encontrar e fácil de fazer) e evite que ele entre em contato com superfícies que possam riscá-lo, porque o material ficará marcado. Eu nunca testei o lustra móveis em peças de vinil/verniz e nem sei como reagiriam, mas se você quiser arriscar e depois dividir o resultado conosco, será muito bem-vindo!
COTURNO MOLHADO
Coturno ou sapato molhado – banho de chuva? Poça d’água muito funda? Encha seu coturno com jornal para que ele absorva a umidade e deixe secar à sombra, nunca no sol, ou o couro vai começar a rachar.
Hidratação - repita o processo de hidratação semanalmente, se usar o coturno com muita freqüência; se for de uso esporádico, a peça pode ser hidratada quinzenal ou mensalmente.
Graxa- não quer estragar suas unhas ou manchar suas mãos? Use luvas, mas não substitua a boa e velha graxa de lata por sprays ou similares oleosos, que não têm o mesmo efeito.
Camurça - um tecido lindo para botas em geral (eu tenho duas assim), mas muito traiçoeiro. Não cometa erros: Fique atento não ouse passar graxa em camurça. Em lojas de calçados você encontra um spray específico para impermeabilizar camurça e também para couro. Para limpar, escova levemente umedecida em água, com movimentos para fora. Se molhar, vale a mesma regra do couro de deixar secar à sombra.
Sílica- alguns calçados costumam vir com um discreto e aparentemente inútil saquinho branco na caixa. Não se livre dele; guarde-o junto com seu coturno. A sílica é um material que absorve a umidade

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